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Desde o dia 05 de agosto a minissérie documental “Um Lugar Para Chamar de CEU” sobre a história e as experiências de 5 jovens, moradores da CEU (Casa do Estudante Universitário do Paraná), está sendo exibida em rede pela TV Cultura de São Paulo.

Os episódios narram a trajetória de cada estudante, todos em um estágio diferente na universidade e na vida, todos de lugares diferentes do Brasil, mas com o mesmo objetivo: fazer uma faculdade e mudar suas histórias pessoais e familiares

No episódio de hoje vamos conhecer a história de Ana Paula Cecere Santana que é caloura de Enfermagem na Universidade Federal do Paraná. Foi admitida na última banca de seleção da CEU. Natural de Borrazópolis/PR.

A minissérie foi idealizada por Amarildo José Martins, um dos estudantes retratados, e produzida pela GP7 Cinema, com direção de Guto Pasko e Amarildo José Martins.

As exibições acontecem sempre aos sábados às 07hs30min.

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Nesta semana a equipe de finalização concluiu o quinto e último episódio da minissérie documental “Um Lugar Para Chamar de CEU” produzida pela GP7 Cinema para as TVs públicas brasileiras.

O projeto foi idealizado pelo jovem produtor audiovisual Amarildo Martins, que divide a assinatura do roteiro e direção da minissérie com o diretor paranaense Guto Pasko.

A produção teve financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), através da chamada PRODAV 12/2014, integrante do Programa Brasil de Todas as Telas da Agência Nacional de Cinema – ANCINE e será destinada ao campo público de televisão

A estreia nacional em TV aberta está prevista para o mês de março de 2017.

Sinopse

Série documental sobre a história e as experiências de 5 jovens, moradores da CEU (Casa do Estudante Universitário do Paraná), cada um em um estágio diferente na universidade e na vida, todos de lugares diferentes do Brasil, mas com o mesmo objetivo: fazer uma faculdade e mudar suas histórias pessoais e familiares.

Personagens

  • Amarildo Martins. Graduado em Produção Cênica (UFPR) e especialista em Cinema (FAP/ UNESPAR). Foz do Iguaçu – PR.
  • Patrícia Waltrick. Graduanda em Teatro (PUC-PR). Rio Negrinho – SC.
  • Ana Paula Cécere. Graduanda em Enfermagem (UFPR). Borrazópolis – PR.
  • Wellington Cassiano. Graduando em Engenharia Mecânica (PUC-PR). Volta Redonda – RJ.
  • Luiz Lemos. Graduado em Psicologia (UTP). Sorocaba – SP.

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A série documental “Um lugar para chamar de CEU” será produzida pela GP7 Cinema, com produção executiva de Andréia Kaláboa e direção de Guto Pasko e Amarildo Martins.

O Programa Brasil de Todas as Telas lançou uma Linha de Produção de Conteúdos destinados às TVs Públicas com investimento de R$ 60 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA, que resultará em 250 horas de programação inédita para quase 200 canais dos segmentos comunitário, universitário e educativo e cultural do Campo Público de Televisão, com o objetivo de regionalizar a produção de conteúdos audiovisuais independentes.

Foram abertos cinco editais em todo o Brasil, o que resultou na participação de 26 unidades federativas e 768 propostas inscritas – maior número já alcançado por uma linha do  FSA. Na Região Sul foram selecionadas 18 propostas, sendo 06 do Rio Grande do Sul, 09 do Paraná e 03 de Santa Catarina. 

Sobre o projeto “Um lugar para chamar de CEU”.

Todos os anos centenas de jovens da periferia de várias partes do Brasil chegam à Curitiba para iniciar o Ensino Superior. Muitos deles, de família humildes, vão morar na C.E.U. – Casa do Estudante Universitário do Paraná, que é considerada a maior casa de estudantes autônoma da América Latina. Fundada em 1948, a fundação é mantida e administrada pelos próprios moradores, todos estudantes  e oriundos de outras cidades.

A série documentário “Um Lugar Para Chamar de CEU” irá contar a história e as experiências de 5 destes jovens que vivem na C.E.U, cada um em um estágio diferente na universidade e na vida, todos de lugares diferentes do Brasil, mas com o mesmo objetivo: fazer uma faculdade e mudar suas histórias pessoais e familiares.

O idealizador deste projeto e personagem central da série é Amarildo Martins, que residiu na CEU até 2014.

Amarildo é originário de Foz do Iguaçu, na fronteira com o Paraguai. É um dos 4 filhos de Santo Algeni Martins, cobrador de ônibus. A mãe de Amarildo faleceu quando ele tinha 3 anos. Seu Santo, tendo que trabalhar muito para sustentar as crianças sozinho, desde cedo sempre foi muito preocupado em mantê-los ocupados, longe da marginalidade que cercava o bairro periférico em que viviam em Foz do Iguaçu. Como alternativa, desde cedo ocupou os filhos com diversos cursos. Aos 7 anos de idade Amarildo já participava de um coral na escola municipal em que estudava. Nesta mesma escola teve os primeiros contatos com a música: violão e bateria. Depois com as artes plásticas. Aos 12 anos, quando já estava na 6a. Série, Amarildo teve o primeiro contato com o teatro, através de um projeto social da prefeitura e se manteve no grupo até sair da cidade no final de 2009, justamente para tentar uma vaga no Ensino Superior Público em Curitiba.

Na capital paranaense, foi morar na CEU e começou seus estudos na UFPR (Universidade Federal do Paraná) no curso de Tecnologia em Produção Cênica. Conheceu alguns estudantes do curso de cinema na FAP (Faculdade de Artes do Paraná) e passou a produzir curtas juntos, em parceria.

Em 2011, na UFPR, Amarildo teve contato  com o cineasta Guto Pasko e foi convidado para ser assistente de produção na minissérie de ficção de época “Colônia Cecília – Uma História de Amor e Utopia”, produzida pela GP7 Cinema para a RPCTV (Globo/PR) e com direção de Guto Pasko. Começava ali a trajetória profissional no audiovisual. Logo após a minissérie, no inicio de 2012, Amarildo começou a trabalhar de forma efetiva na produtora de cinema. Desde então participou da produção de várias obras audiovisuais profissionais de longa metragens e episódios de TV, desempenhando as funções de assistente de produção, diretor de produção, assistente de produção executiva e assistente de direção.

Em 2013, Amarildo teve o seu primeiro projeto de curta-metragem aprovado na Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba, no qual foi diretor, roteirista e produtor. Trata-se do curta de ficção “Quarto 411”que retrata o universo de um jovem estudante morador da CEU. O filme foi selecionado para diversos festivais nacionais e internacionais.

Atualmente Amarildo está concluindo a pós-graduação em Cinema na Faculdade de Artes do Paraná e finalizando o média-metragem “3 por 1″, filme de conclusão de curso, que ele dirigiu junto com o também estudante Marcos de Bona.

“Um lugar para chamar de CEU” apresentará, em 5 episódios de 26 minutos, a trajetória de vida de Amarildo e mais 4 ceuenses, que através da educação buscam o seu lugar no mundo, um lugar para chamar de seu.

Personagens da Série

AMARILDO JOSÉ MARTINS – Graduado em Produção Cênica e Pós-Graduando em Cinema, ex-morador da CEU, proponente,  codiretor e personagem condutor deste projeto. Natural de Foz do Iguaçu/PR.

ANA PAULA CECERE SANTANA – Caloura de Enfermagem na Universidade Federal do Paraná. Foi admitida na última banca de seleção da CEU. Natural de Borrazópolis/PR.

WELLINGTON CASSIANO – Estudante Bolsista do PROUNI em Engenharia Mecânica na PUC/PR. Reside na CEU há 2 anos. Natural de Volta Redonda/RJ.

PATRÍCIA DE LIMA WALTRICK – Estudante Bolsita do PROUNI em Teatro na PUC/PR. Passou na primeira banca feminina da CEU em 2014. Natural de Rio Negrinho/SC.

LUIS LEMOS – Estudante Bolsista do PROUNI em Psicologia na Universidade Tuiuti do Paraná. Reside na CEU há 5 anos e é o atual presidente da instituição. Natural de Sorocaba/SP.

CEU – Casa do Estudante Universitário do Paraná. Instituição que abriga cerca de 300 estudantes carentes em Curitiba. É o ponto unificador entre todos os personagens. Fundada em 1948 é administrada e mantida pelos próprios moradores.

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Matéria publicada no Jornal Gazeta do Povo em 02.09.15.

Filmes e programas para exibição em tevê pública receberão R$ 4,9 milhões de fundo do Ministério da Cultura.

Metade dos projetos audiovisuais selecionados em um edital de linha de produção de conteúdos destinados às tevês públicas da região sul é paranaense.

Divulgado nesta quarta-feira (2), o resultado do Programa Brasil de Todas as Telas contemplou nove projetos de realizadores do estado entre os 18 aprovados.

O investimento do edital criado em parceria entre a Agência Nacional do Cinema (ANCINE), a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SaV) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) prevê investimento de R$ 60 milhões em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Ao todo 768 propostas foram inscritas em cinco editais divididos pelas regiões do país.

Veja quais foram os projetos paranaense selecionados:

Infantil

1. “#PartiuBrasil”

Cabong Studios LTDA. Direção: Fábio Augusto Daher Vianna, Felipe Martins Ferreira Grosso e Odirlei Seixas. Valor: R$ 910 mil

2. “O colorido mundo de Dalton”

Oficina de Imagem LTDA. Direção: Luigi De Franceschi. Valor: R$ 845 mil

3. “Auê”

Parabolé Educação e Cultura, Direção: Nélio Spréa e Otavio Zucon.Valor investido pelo FSA: R$ 162 mil

Adulto

4. “Brincando com a ciência”

Kinopus Audiovisual LTDA ME (PR) Direção: Roberta Takamatsu. Valor: R$ 507 mil

5. “Tâmo junto”

Grafo Audiovisual. Direção: Aly Muritiba. Valor: R$ 650 mil .

6. “Defensores”

Caminho Comunicação Direção: Thiago Couto. Valor: R$ 389.999

7. “[Des]iguais”

Processo MultiArtes. Direção: Fábio Allon, Ana Esperança, Caio Baú, Camila Macedo, João Miguel Santana e Pedro Ivo. Valor investido pelo FSA: R$ 390 mil.

8. “Rarefeito”

Diadorim Filmes Direção: Marçal do Carmo Taques e André Fernando Sturmer.Valor: R$ 649.950

9. “Um lugar para chamar de CEU”

GP7 Filmes Direção: Amarildo José Martins e Guto Pasko Valor: R$ 390 mil

Por Sandro Moser

http://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/nove-projetos-paranaenses-sao-selecionados-em-edital-de-teve-publica-0xrzvs46bo7r5550qivw6jr18

Observação: foto da minissérie “Colônia Cecília – Uma História de Amor e Utopia” produzida pela GP7 Cinema em 2012 para a RPCTV (Globo/PR).