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A série de TV ficção com 13 episódios de 52 minutos teve inicio no começo de fevereiro com a inauguração da nova sala de roteiros da GP7 Cinema, preparada especificamente para servir aos roteiristas parceiros no processo criativo e de desenvolvimento dos projetos de séries e filmes da produtora.

Para aprimorar as tramas, desenvolver o arco definitivo e escrever todos os roteiros da primeira temporada de “Contracapa”, que narra os bastidores da construção da notícia a partir do jornalismo investigativo, o criador e Roteirista Chefe Rafael Waltrick, conta com uma equipe de mais 04 roteiristas na sala: Tiago Lipka, Marçal do Carmo, Fernando Marés de Souza e Guto Pasko.

A estrutura narrativa da trama da série tem como base o desenvolvimento de uma reportagem investigativa, mostrando as etapas, desafios e impasses que geralmente cercam este tipo de matéria dentro de um grande jornal.

O enredo está centrado no trabalho de uma equipe de jornalistas de um tradicional jornal impresso, em crise de credibilidade e financeira, que se vê em perigo ao tentar investigar um grande esquema de corrupção que envolve a produção sistemática de dossiês com o vazamento misterioso de informações sigilosas de inquéritos criminais que podem desvelar um escândalo de corrupção, comprometendo políticos e outras pessoas influentes, incluindo o próprio veículo de imprensa em que trabalham os jornalistas.

“Contracapa” não trará à tona somente o que acontece nos bastidores da criação das notícias dentro de uma Redação de um jornal, mas também mostrará o dia-a-dia, as apreensões, anseios e dilemas que cercam os profissionais que trabalham em um grande veículo de comunicação. Os protagonistas da série possuem afinidades, mas também diferentes maneiras de enxergar o trabalho jornalístico, o que também os colocará em conflito um com os outros em vários momentos.

A série está sendo produzida com investimentos do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA/BRDE. O projeto foi selecionado na linha PRODAV 12, que visa a produção de conteúdo audiovisual para abastecer a grade de programação das TV´s Públicas Brasileiras, que serão a primeira janela de exibição em rede nacional, através da distribuição do conteúdo em rede via EBC/TV Brasil.

É a primeira vez que uma produtora independente do Estado do Paraná produz uma série de TV ficção nesse porte para o mercado de TV aberta. Posteriormente, a produtora pretende licenciar a obra para outros players do mercado, como emissoras de TV pagas e serviços de Streaming de vídeo.

Ainda no mês de fevereiro será dado inicio ao processo de pesquisa de elenco e os testes e escalação dos atores acontecerão no decorrer do mês de março. As filmagens estão programadas para acontecerem entre os meses de junho e setembro de 2017 na cidade de Curitiba.

Quem assina a Direção Geral da série é o cineasta paranaense Guto Pasko e a Produção Executiva é de Andréia Kaláboa.

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A série ficcional com 13 episódios de 52 minutos da GP7 Cinema de Curitiba sobre “jornalismo investigativo” foi selecionada na segunda edição da Chamada Pública para Produção de Conteúdos para as TVs Públicas – PRODAV 12/2015 – dentro do Programa Brasil de Todas as Telas.

O Programa Brasil de Todas as Telas é uma iniciativa da Agência Nacional do Cinema (Ancine), em parceria com o Ministério da Cultura (MinC) e com a colaboração do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que tem como objetivo expandir o mercado interno e universalizar o acesso da população aos serviços audiovisuais, com investimento em produção, distribuição e programação de conteúdos.

Para esta linha de produção de conteúdo foram destinados R$ 60 milhões do FSA, divididos em cinco editais regionais abertos simultaneamente, cada um deles no valor de R$ 12 milhões, que resultou na seleção de 57 propostas, sendo três delas no Paraná – duas em Curitiba e uma em Londrina.

A produtora GP7 Cinema irá receber R$ 3,7 milhões de investimento do FSA para produzir a série, que será filmada no primeiro semestre de 2017 na cidade de Curitiba.

Segundo Guto Pasko, sócio da GP7 Cinema, os projetos selecionados nessa chamada pública e o aporte financeiro destinado para as produções trarão recursos que movimentarão toda a cadeia produtiva do setor audiovisual paranaense.

“Editais como esse potencializam o mercado local e facilitam o acesso de produtoras de fora do eixo Rio – São Paulo às grandes emissoras, principalmente os canais fechados que, após a Lei 12.485/2011, precisam exibir no mínimo três horas e meia por semana de programação com conteúdo produzido no Brasil. Nosso desafio é tentar trazer o máximo de recursos para fomentar a produção paranaense e ajudar a abastecer essa demanda também”, afirma Guto Pasko.

A série é resultado da parceria criativa do jornalista e roteirista Rafael Waltrick e do diretor e roteirista Guto Pasko. As tevês públicas serão a ‘primeira janela’ para o seriado, que depois poderá ser licenciado para canais abertos e fechados, no Brasil e no exterior.

Resumo do enredo:

“Equipe da velha-guarda de jornalistas de um importante jornal impresso em crise financeira e de credibilidade, tenta apurar um esquema de corrupção que envolve a produção de dossiês políticos, vazamento de informações sigilosas e investigações criminais para comprometer pessoas específicas”.

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A série documental “Um lugar para chamar de CEU” será produzida pela GP7 Cinema, com produção executiva de Andréia Kaláboa e direção de Guto Pasko e Amarildo Martins.

O Programa Brasil de Todas as Telas lançou uma Linha de Produção de Conteúdos destinados às TVs Públicas com investimento de R$ 60 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA, que resultará em 250 horas de programação inédita para quase 200 canais dos segmentos comunitário, universitário e educativo e cultural do Campo Público de Televisão, com o objetivo de regionalizar a produção de conteúdos audiovisuais independentes.

Foram abertos cinco editais em todo o Brasil, o que resultou na participação de 26 unidades federativas e 768 propostas inscritas – maior número já alcançado por uma linha do  FSA. Na Região Sul foram selecionadas 18 propostas, sendo 06 do Rio Grande do Sul, 09 do Paraná e 03 de Santa Catarina. 

Sobre o projeto “Um lugar para chamar de CEU”.

Todos os anos centenas de jovens da periferia de várias partes do Brasil chegam à Curitiba para iniciar o Ensino Superior. Muitos deles, de família humildes, vão morar na C.E.U. – Casa do Estudante Universitário do Paraná, que é considerada a maior casa de estudantes autônoma da América Latina. Fundada em 1948, a fundação é mantida e administrada pelos próprios moradores, todos estudantes  e oriundos de outras cidades.

A série documentário “Um Lugar Para Chamar de CEU” irá contar a história e as experiências de 5 destes jovens que vivem na C.E.U, cada um em um estágio diferente na universidade e na vida, todos de lugares diferentes do Brasil, mas com o mesmo objetivo: fazer uma faculdade e mudar suas histórias pessoais e familiares.

O idealizador deste projeto e personagem central da série é Amarildo Martins, que residiu na CEU até 2014.

Amarildo é originário de Foz do Iguaçu, na fronteira com o Paraguai. É um dos 4 filhos de Santo Algeni Martins, cobrador de ônibus. A mãe de Amarildo faleceu quando ele tinha 3 anos. Seu Santo, tendo que trabalhar muito para sustentar as crianças sozinho, desde cedo sempre foi muito preocupado em mantê-los ocupados, longe da marginalidade que cercava o bairro periférico em que viviam em Foz do Iguaçu. Como alternativa, desde cedo ocupou os filhos com diversos cursos. Aos 7 anos de idade Amarildo já participava de um coral na escola municipal em que estudava. Nesta mesma escola teve os primeiros contatos com a música: violão e bateria. Depois com as artes plásticas. Aos 12 anos, quando já estava na 6a. Série, Amarildo teve o primeiro contato com o teatro, através de um projeto social da prefeitura e se manteve no grupo até sair da cidade no final de 2009, justamente para tentar uma vaga no Ensino Superior Público em Curitiba.

Na capital paranaense, foi morar na CEU e começou seus estudos na UFPR (Universidade Federal do Paraná) no curso de Tecnologia em Produção Cênica. Conheceu alguns estudantes do curso de cinema na FAP (Faculdade de Artes do Paraná) e passou a produzir curtas juntos, em parceria.

Em 2011, na UFPR, Amarildo teve contato  com o cineasta Guto Pasko e foi convidado para ser assistente de produção na minissérie de ficção de época “Colônia Cecília – Uma História de Amor e Utopia”, produzida pela GP7 Cinema para a RPCTV (Globo/PR) e com direção de Guto Pasko. Começava ali a trajetória profissional no audiovisual. Logo após a minissérie, no inicio de 2012, Amarildo começou a trabalhar de forma efetiva na produtora de cinema. Desde então participou da produção de várias obras audiovisuais profissionais de longa metragens e episódios de TV, desempenhando as funções de assistente de produção, diretor de produção, assistente de produção executiva e assistente de direção.

Em 2013, Amarildo teve o seu primeiro projeto de curta-metragem aprovado na Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba, no qual foi diretor, roteirista e produtor. Trata-se do curta de ficção “Quarto 411”que retrata o universo de um jovem estudante morador da CEU. O filme foi selecionado para diversos festivais nacionais e internacionais.

Atualmente Amarildo está concluindo a pós-graduação em Cinema na Faculdade de Artes do Paraná e finalizando o média-metragem “3 por 1″, filme de conclusão de curso, que ele dirigiu junto com o também estudante Marcos de Bona.

“Um lugar para chamar de CEU” apresentará, em 5 episódios de 26 minutos, a trajetória de vida de Amarildo e mais 4 ceuenses, que através da educação buscam o seu lugar no mundo, um lugar para chamar de seu.

Personagens da Série

AMARILDO JOSÉ MARTINS – Graduado em Produção Cênica e Pós-Graduando em Cinema, ex-morador da CEU, proponente,  codiretor e personagem condutor deste projeto. Natural de Foz do Iguaçu/PR.

ANA PAULA CECERE SANTANA – Caloura de Enfermagem na Universidade Federal do Paraná. Foi admitida na última banca de seleção da CEU. Natural de Borrazópolis/PR.

WELLINGTON CASSIANO – Estudante Bolsista do PROUNI em Engenharia Mecânica na PUC/PR. Reside na CEU há 2 anos. Natural de Volta Redonda/RJ.

PATRÍCIA DE LIMA WALTRICK – Estudante Bolsita do PROUNI em Teatro na PUC/PR. Passou na primeira banca feminina da CEU em 2014. Natural de Rio Negrinho/SC.

LUIS LEMOS – Estudante Bolsista do PROUNI em Psicologia na Universidade Tuiuti do Paraná. Reside na CEU há 5 anos e é o atual presidente da instituição. Natural de Sorocaba/SP.

CEU – Casa do Estudante Universitário do Paraná. Instituição que abriga cerca de 300 estudantes carentes em Curitiba. É o ponto unificador entre todos os personagens. Fundada em 1948 é administrada e mantida pelos próprios moradores.