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Festivais, Guto Pasko, Notícias

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A sessão especial será dia 27 de agosto de 2018 às 19:00hs na Cidade de Mallet/PR e terá a participação do diretor Guto Pasko para um debate com o público.

A mostra é promovida pelo Núcleo de Estudos Eslavos (NEES) da Universidade Centro-Sul do Paraná (UNICENTRO) e tem por objetivo ofertar uma mostra de filmes, acompanhada de debates, que propiciem reflexões sobre as teorias e práticas do cinema no âmbito da cultura eslava europeia e sul-americana.

As sessões da Mostra acontecerão entre agosto e novembro de 2018 no município de Mallet, interior do Paraná. O projeto prevê a exibição de quatro filmes, sendo que para cada exibição haverá também um debatedor responsável por apresentar o filme e conduzir a discussão.

Os filmes produzidos por imigrantes eslavos dialogam diretamente não só com aspectos históricos da Polônia, Ucrânia e Rússia, mas também com as correntes estéticas que conformaram os cinemas eslavos europeus. Ainda que os diferentes contextos geográficos e as diferentes épocas sublinham característica específicas da história dos povos eslavos e sua interação com outras nacionalidades e adversidades, por outro lado, inúmeros elementos se repetem na trajetória dos povos eslavas, seja imageticamente, literariamente, mas também historicamente. É nesse sentido que o subtítulo “imagen(s) eslavas” foi proposto, ou seja, trata-se de uma herança eslava que se manifesta de forma singular-plural, uma conjunção (e disjunção) de distintas variações: exílios, imigrações, perseguições, etc. Dessa forma, a Mostra pretende “fazer a costura” entre os filmes, estabelecendo relações entre eles, apontando para uma reflexão crítica sobre a obra de arte, mas também sobre as sociedades nas quais nos inserimos.

O longa-metragem documental “Entre Nós, O Estranho”, produzido pela GP7 Cinema, retrata a cotidiano do município paranaense de Prudentópolis, formado por 75% da população com origem ucraniana.

O projeto encontra-se vinculado ao Programa de Extensão do Núcleo de Estudos Eslavos da UNICENTRO.

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Guto Pasko, Notícias

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Neste domingo, 20, o cineasta deu inicio as filmagens do seu novo documentário na Colônia de Queimadas, no município de Prundentópolis/PR, localidade onde ele nasceu.

“Aldeia Natal” será um filme de longa-metragem sobre a história pessoal e familiar do roteirista e diretor Guto Pasko, que propõe uma reflexão sobre as complexas relações familiares e humanas, que por vezes, podem se tornar cárceres humanos psicológicos.

O diretor retornará a sua “Aldeia Natal” após 30 anos de distanciamento, com o objetivo de tentar reconectar os seus laços familiares perdidos, numa busca de um autoconhecimento, buscando curar as feridas emocionais do passado, que foram perpetuadas de geração em geração dentro desta família de imigrantes ucranianos conservadores, objetivando, na medida do possível, uma transcendência pessoal.

“Aldeia Natal” será um filme pessoal e familiar. Guto Pasko, além de roteirista e diretor, é também personagem desse documentário e irá retornar à aldeia onde nasceu, uma colônia rural de imigrantes ucranianos, no município de Prudentópolis, situado no interior do Estado do Paraná, região Sul do Brasil, para tentar uma reconciliação familiar.

Narrado em primeira pessoa através da voz do próprio diretor, “Aldeia Natal” irá investigar a história e conflitos de sua família e tentar entender como a educação conservadora e rígida desta família, que manteve por um século essa cultura milenar da Ucrânia preservada nas matas do interior do Brasil, afetou cada um dos seus 10 irmãos e como os seus pais confrontam hoje em relação ao processo de aculturação dos seus filhos.

O diretor é o primogênito e em função de uma promessa religiosa, seus pais tentaram obrigá-lo a ser padre, pois ter um filho religioso seria uma questão de honra para a família cristã. Revoltado, o diretor saiu de casa brigado com a família aos 11 anos de idade e nunca mais voltou. Passou três décadas renegando a sua origem, mas agora ele está disposto a voltar com uma câmera de cinema na mão para uma tentativa de reaproximação.

Em uma investigação pessoal, etnográfica e cultural, “Aldeia Natal” pretende fazer uma reflexão sobre os nossos cárceres internos (psicológicos). As dificuldades que cada um possui em encarar os seus traumas pessoais. As dificuldades do entendimento dessas rupturas espaciais, emocionais e temporais, bem como as suas transformações diversas – psicológicas, físicas e biológicas – que serão reapresentadas e personificadas pela família do diretor.

O gênero será uma mescla dos modos de documentário participativo, poético e reflexivo, marcado pela participação do diretor como personagem também, mostrando os fatos em fragmentos, preferencialmente com as impressões individuais de cada integrante da família e de formas subjetivas.

Será um documentário de processo e a estimativa do cineasta é levar mais de um ano filmando, dado a complexidade do tema, tanto no Brasil quanto na Ucrânia.

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Guto Pasko, Notícias

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O filme de Guto Pasko aborda o cotidiano do município paranaense de Prudentópolis e fecha a trilogia ucraniana do diretor, que conta ainda com os filmes “Made in Ucrânia” de 2006 e “Iván”,  lançado nos cinemas em 2015 e na TV paga brasileira em 2018 na emissora CINEBRASiLTV.

O longa-metragem documental “Entre Nós, O Estranho” foi selecionado no Edital de Licenciamento de filmes paranaenses promovido pela Secretaria de Cultura do Estado em 2017 com o objetivo de estimular a difusão do audiovisual paranaense na Rádio e TV Educativa do Paraná (RTVE) – TV É-Paraná, canal 9.

As obras selecionadas e licenciadas passaram a fazer parte do cadastro de obras audiovisuais da RTVE pelo período de dois anos e serão veiculadas dentro da grade de programação da emissora. A próxima exibição em rede estadual está prevista para o mês de abril de 2018.

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Guto Pasko, Notícias

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Os projetos “Aldeia Natal” e “Além-Fronteiras” foram selecionados nos editais da Fundação Cultural de Curitiba e da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, respectivamente, dentro das chamadas públicas de Arranjos Regionais com investimentos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) para financiamento de projetos de produção de conteúdos audiovisuais brasileiros independentes.

Nesta linha de financiamento, o FSA/BRDE faz suplementação de recursos financeiros em aportes da administração pública direta ou indireta estadual, do Distrito Federal e das capitais. É a segunda vez que a Fundação Cultural de Curitiba participa da linha de Arranjos Regionais da ANCINE e FSA/BRDE e a primeira que a Secretaria de Cultura do Estado participa, o que elevou significativamente o volume de recursos para a área de audiovisual paranaense.

O projeto “Aldeia Natal” além da versão telefilme, terá uma versão longa-metragem para cinema.

ALDEIA NATAL
Narrado em primeira pessoa através da voz do próprio cineasta Guto Pasko, “Aldeia Natal” será um filme pessoal e familiar.

Guto Pasko, roteirista e diretor, é também personagem desse documentário e irá retornar à sua cidade natal, Prudentópolis, na colônia rural de Queimadas, no interior do Paraná para tentar uma reconciliação familiar.

O cineasta é o primogênito do casal de agricultores João Pasko e Cecília Ternosky Pasko e em função de uma promessa religiosa, seus pais tentaram obrigá-lo a ser padre, pois ter um filho religioso seria uma questão de honra para a família. Revoltado, Guto Pasko saiu de casa aos 11 anos de idade, brigado com a família. Três décadas renegando sua origem, agora ele volta para uma reaproximação com a família.

“Aldeia Natal” irá investigar a história e conflitos dessa família. Como a educação conservadora e rígida afetou a ele próprio e a cada um dos seus 10 irmãos e como os seus pais confrontam hoje em relação ao processo de aculturação dos seus filhos.

Em uma investigação pessoal, etnográfica e cultural, “Aldeia Natal” faz uma reflexão sobre os cárceres individuais (culturais/humanos). As dificuldades de cada um em encarar os seus traumas pessoais na busca de uma melhor compreensão da vida. O entendimento dessas rupturas espaciais, emocionais e temporais, bem como as suas transformações diversas – psicológicas, físicas e biológicas – reapresentadas pela família de Guto Pasko.

ALÉM-FRONTEIRAS

“Além-Fronteiras” irá documentar num telefilme de 52 minutos a memória viva e as histórias pessoais dos sobreviventes do Holocausto que vivem em Curitiba.

Muitos dos que sobreviveram e conseguiram fugir do Holocausto vieram parar na capital paranaense e alguns poucos deles ainda estão entre nós, mas sabemos que por muito pouco tempo. A cada sobrevivente que morre, parte importante da história vai com eles.

Será um telefilme focado na memória e na oralidade. A preocupação maior será com a palavra, livre, solta, aleatória, sem didatismos históricos.

Serão entrevistas pessoais, intimistas, humanizadas, com cada personagem acessando as suas memórias ao seu tempo.

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O longa documentário aborda o cotidiano do município paranaense de Prudentópolis e fecha a trilogia ucraniana do diretor.

O município de Prudentópolis no Paraná é peculiar. Tudo inspira a Ucrânia. Dos atuais 52 mil habitantes, 75% são de origem ucraniana. Os ucranianos em Prudentópolis fizeram-se valer da superioridade numérica para impor seus meios de identificação, fazendo que, concomitantemente, os demais que também habitam a região (brasileiros e poloneses), assimilassem seus usos e costumes e, deste modo, aceitassem suas representações de modo incontestável, tornando-se um caso único no mundo, aonde o grupo que chega, domina o grupo receptor.

Embora estes três filmes abordem a temática da imigração ucraniana, são filmes absolutamente diferentes e independentes, com focos bem específicos, porém, se completam enquanto temática e estudo de caso.

O primeiro filme de Pasko que aborda a imigração ucraniana é o longa-metragem “Made in Ucrânia” (2006), que faz um resgate histórico-didático sobre a Ucrânia e as três fases da imigração para o Brasil.

O segundo filme é o longa-metragem “Iván” (produzido em 2010/2011 e lançado nos cinemas em 2015), retratando a vida do imigrante ucraniano Iván Bojko, que vive em Curitiba e é refugiado de segunda guerra mundial. O documentário é baseado nos diários pessoais dele e pano de fundo do filme é o comunismo soviético na Ucrânia e sofrimento desse imigrante nas mãos dos nazistas depois de ter sido sequestrado por eles numa aldeia rural da Ucrânia e levado para trabalho forçado na Alemanha no período da guerra.

O longa também foi selecionado no Edital de Licenciamento de filmes paranaenses promovido pela Secretaria de Cultura do Estado com o objetivo de estimular a difusão do audiovisual paranaense na Rádio e TV Educativa do Paraná (RTVE) – TV É-Paraná. As obras selecionadas e licenciadas passarão a fazer parte do cadastro de obras audiovisuais da RTVE pelo período de dois anos e serão veiculadas dentro da grade de programação da emissora.

A estréia do filme acontece dentro do festival internacional Olhar de Cinema. São duas sessões do filme dentro do festival. Dia 08/06 às 21h30min na sala 3 do Cine Itáu do Shopping Crystal no Batel, seguida de debate com o diretor Guto Pasko e Dia 09/06 às 16h30min na sala 4 do Cineplex do Shopping Novo Batel.

O filme foi produzido via Art. 1o. A da Lei do Audiovisual e contou com patrocínio master da COPEL através do Programa Conta Cultura da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, além de contar com patrocínio do BRDE, LAQUILA e CASAFERTIL.

Ficha Técnica:

Roteiro e Direção: Guto Pasko
Produção Executiva: Andréia Kaláboa
Direção de Produção: Amarildo Martins
Direção de Fotografia: João Castelo Branco
Captação e Edição de Som: Elenton Zanoni
Montagem: Guto Pasko e Heidi Peters

SINOPSE:

Em Prudentópolis no sul do Brasil, 75% da população são de origem ucraniana. Lá, os “brasileiros” sempre foram obrigados a compartilhar mesmo que involuntariamente, dos usos e costumes desse povo, que os “impôs” no dia-a-dia da população local por mais de um século, gerando muitos conflitos com quem não é ucraniano. Mas o processo de aculturação chegou, e para todos.

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O filme de Guto Pasko aborda o cotidiano do município paranaense de Prudentópolis e fecha a trilogia ucraniana do diretor. O longa foi selecionado no Edital de Licenciamento de filmes paranaenses promovido pela Secretaria de Cultura do Estado com o objetivo de estimular a difusão do audiovisual paranaense na Rádio e TV Educativa do Paraná (RTVE) – TV É-Paraná. As obras selecionadas e licenciadas passarão a fazer parte do cadastro de obras audiovisuais da RTVE pelo período de dois anos e serão veiculadas dentro da grade de programação da emissora.

O primeiro filme de Pasko que aborda a imigração ucraniana é o longa-metragem “Made in Ucrânia” (2006), que faz um resgate histórico-didático sobre a Ucrânia e as três fases da imigração para o Brasil.

O segundo filme é o longa-metragem “Iván”  (produzido em 2010/2011 e lançado nos cinemas em 2015), retratando a vida do imigrante ucraniano  Iván Bojko, que vive em Curitiba e é refugiado de segunda guerra mundial. O documentário é baseado nos diários pessoais dele e pano de fundo do filme é o comunismo soviético na Ucrânia e sofrimento desse imigrante nas mãos dos nazistas depois de ter sido sequestrado por eles numa aldeia rural da Ucrânia e levado para trabalho forçado na Alemanha no período da guerra.

E o terceiro e último longa-metragem da trilogia ucraniana é “Entre Nós, O Estranho”, sobre a cidade natal do diretor. O município de Prudentópolis no Paraná é peculiar. Tudo inspira a Ucrânia. Dos atuais 52 mil habitantes, 75% são de origem ucraniana. Os ucranianos em Prudentópolis fizeram-se valer da superioridade numérica para impor seus meios de identificação, fazendo que, concomitantemente, os demais que também habitam a região (brasileiros e poloneses), assimilassem seus usos e costumes e, deste modo, aceitassem suas representações de modo incontestável, tornando-se um caso único no mundo, aonde o grupo que chega, domina o grupo receptor.

Embora estes três filmes abordem a temática da imigração ucraniana, são filmes absolutamente diferentes e independentes, com focos bem específicos,  porém, se completam enquanto temática e estudo de caso.

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De 21 até 28 de agosto de 2016 acontece a VII Semana Ucrânia em Prudentópolis/PR. O município é conhecido como a pequena Ucrânia brasileira, uma vez que cerca de 75% dos seus aproximadamente 52 mil habitantes são de origem ucraniana. No dia 24 de agosto é o dia da Independência da Ucrânia, que este ano comemora 25 anos de Independência, que veio somente com o fim da União Soviética em 1991. Neste ano também comemora-se os 125 anos da imigração ucraniana para o Brasil.

Na programação oficial da Semana Ucraniana de Prudentópolis várias atividades irão acontecer, como Sessão Solene na Câmara Municipal em homenagem aos 125 anos de imigração, lançamento do livro “Diversidade étnica e cultural no interior do Paraná” que contempla em boa parte a história dos imigrantes ucranianos no município, Festival do Varéneke (culinária típica), Concentração Cívica, Divida Liturgia na Catedral Ucraniana São Josafat, apresentação do Grupo Folclórico Ucraniano “Vesselka”, show do cantor ucraniano Arkadiy Voitiuk e uma grande ação cultural na cidade e pelas colônias rurais do município com sessões especiais do filme IVÁN, que retrata a história de vida do imigrante ucraniano Iván Bojko, refugiado de segunda guerra mundial que é radicado em Curitiba desde 1948. Guto Pasko, diretor do filme, é nascido em Prudentópolis.

Exibições do filme IVÁN na VII Semana Ucraniana de Prudentópolis:

21/08 – Linha Barra Vermelha
22/08 – Ligação
23/08 – Linha Marcondes
24/05 – Casa da Cultura de Prudentópolis*.
25/08 – Barra Bonita
25/08 – Vila Iguaçu
26/08 – Linha Esperança

No dia 24/08 a exibição do longa-metragem será na Casa da Cultura Prudentópolis em parceria com o Núcleo de Estudos Eslavos – NEES da UNICENTRO – Universidade Centro Sul do Paraná.

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Aldeia Natal“, o novo projeto de longa-metragem do cineasta paranaense Guto Pasko, sobre o processo de aculturação da sua própria família, foi selecionado para participar do Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting,  que é um espaço e plataforma de rede de contatos e negócios para o cinema brasileiro em intercâmbio com o mundo.

O evento de mercado do cinema brasileiro acontece durante a 9ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte (15 a 22 de outubro de 2015).

Nesta edição, além dos convidados do Brasil, participam 21 convidados internacionais representativos da indústria audiovisual mundial de 11 países – Alemanha, Argentina, Chile, Colômbia, França, Noruega, Estados Unidos, Suíça, Uruguai, Espanha e Brasil que desembarcam na capital mineira para participar das diversas atividades promovidas pelo evento.

Foram selecionados 10 projetos de ficção e 05 de documentários. Todos os projetos e seus respectivos realizadores e produtores vão se encontrar com os profissionais da indústria internacional para defender suas propostas e expor a criatividade e o empenho diante da possibilidade de desenvolver seus filmes em coprodução.

O projeto “Aldeia Natal” da GP7 Cinema será representado no Brasil CineMundi por Guto Pasko, diretor e roteirista do filme, e por Andréia Kaláboa, produtora do longa-metragem.

A expectativa dos organizadores do Brasil CineMundi é que esta iniciativa contribua para a concretização de coproduções provenientes diretamente dos encontros organizados ou que, através destes encontros e discussões, promova-se o fortalecimento de uma rede de contatos entre os profissionais presentes, com possíveis frutos em um futuro próximo.

Integra a equipe de colaboradores , os produtores da Alemanha Paulo de Carvalho e Gudula Meizolt, a produtora francesa Severine Roinssard e o crítico de cinema Pedro Butcher.

Ao final do encontro, um júri formado por realizadores e produtores vai eleger o melhor projeto de longa brasileiro em fase de desenvolvimento que será premiado com materiais e serviços oferecidos pelos parceiros do Brasil CineMundi e participação em eventos de mercado internacionais, parceiros do Brasil CineMundi – Torino Film Lab (novembro) Ventana Sur (dezembro) e Cinelatino – Toulouse (março 2016).

 

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O novo filme do diretor paranaense Guto Pasko retrata o cotidiano do município de Prudentópolis, no Paraná, terra natal do cineasta, conhecida pelo grande contingente de descendentes de imigrantes ucranianos.

Será o terceiro longa-metragem documentário da “trilogia ucraniana” idealizada e assinada por Pasko.

As filmagens aconteceram nos meses de abril e maio de 2015 e a edição de imagens e processo de montagem teve inicio ainda neste mesmo período.

O diretor já tem o primeiro corte do filme e agora a obra segue para testes de audiência e depois para as etapas de edição e mixagem de som e tratamento final de cor.

Na sequência o longa-metragem irá percorrer o circuito de festivais de cinema nacionais e internacionais e o lançamento no mercado cinematográfico e teledifusão deverá ocorrer em 2017.

“Entre Nós, O Estranho” contou com patrocínio da COPEL através do Edital Conta Cultura 2011 da Secretaria Estadual da Cultura do Paraná, do banco BRDE, da empresa EUROSTAR / LAQUILA e da CASAFERTIL.

EQUIPE:

Direção e Roteiro
GUTO PASKO
Produção Executiva
ANDRÉIA KALÁBOA
Direção de Produção
AMARILDO JOSÉ MARTINS
Direção de Fotografia
JOÃO CASTELO BRANCO
Assistente de Câmera
RAFAEL BERTELLI
Técnico Som Direto
ELENTON ZANONI
Montagem
GUTO PASKO
HEIDI PETERS
Edição de SOM
ELENTON ZANONI

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O novo documentário irá fechar a trilogia ucraniana, que teve inicio em 2005 com o longa “Made in Ucrânia – Os Ucranianos no Paraná” que faz um resgate histórico da imigração ucraniana no estado, depois veio o longa “Iván – de Volta para o Passado” que retrata a vida do imigrante ucraniano refugiado de segunda guerra mundial Iván Bojko filmado em 2010 no Brasil, Alemanha e Ucrânia, o qual chegará aos cinemas brasileiros no meio deste ano. Agora chegou a vez de “Entre Nós, O Estranho”, que será um filme especifico sobre Prudentópolis/PR.

A trilogia ucraniana tem roteiros e direção assinados pelo cineasta paranaense Guto Pasko, que é nascido em Prudentópolis e sua família é de origem ucraniana também.

Benção-Alimentos-São-Josafat-8

O município recebeu uma grande leva de imigrantes ucranianos e eles passaram a ser maioria da população desde a criação da colônia, em 1896.  Dos atuais 52 mil habitantes, 75% são de origem ucraniana.

Cossacos-5

Os ucranianos em Prudentópolis fizeram-se valer da superioridade numérica para impor seus meios de identificação, fazendo que, concomitantemente, os demais que também habitam a região (“brasileiros” e poloneses, além de uma parcela de italianos), assimilassem seus usos e costumes e, deste modo, aceitassem suas representações de modo incontestável, tornando-se um caso único no mundo, aonde o grupo que chega, domina o grupo receptor.

Hailka-7

O município de Prudentópolis no Paraná é peculiar. Tudo inspira a Ucrânia. Quem circula pelas ruas da sede do município ou então pelas várias colônias rurais, vai sendo abduzido pelo universo cultural ucraniano. Mesmo estando no Brasil, em determinados momentos, tem-se realmente a impressão de estarmos no exterior, pois muita coisa remete ao país do leste europeu.

Procissão-5

O recorte do filme é o processo de sociabilização no município, portanto, não trata-se de um filme apenas sobre os ucranianos, mas do município como um todo.

Café-da-Manhã-3

As filmagens tiveram inicio no período de Páscoa e continuam até o inicio de maio de 2015 e o documentário estará finalizado até o final do ano.

O filme conta com patrocínio da Copel, BRDE, Laquila e Casafertil.