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Cursos Atores, Guto Pasko

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Estão abertas as inscrições para a OFICINA DE INTERPRETAÇÃO PARA COMERCIAIS DE TV com o diretor de cinema e TV Guto Pasko.

Objetivo
Proporcionar aos atores e modelos, bem como a todos os interessados em atuarem em comerciais de TV, uma preparação dentro da realidade existente no mercado e discipliná-los com a linguagem e ambientação de um SET de filmagens, promovendo o ensino teórico e prático sobre o mercado de comerciais de televisão.

Programa da Oficina
Aulas práticas, com gravações de comercias individuais e em grupo. Os exercícios apresentam variados graus de dificuldades, criados para representar as mais variadas produções publicitárias existentes no mercado.

  • O mercado de comerciais de TV: como funciona e como entrar nele?
  • Procedimentos profissionais de atores e modelos em testes de elenco.
  • Como ocorre o processo de seleção de elenco e como passar nos testes.
  • Postura profissional de atores e modelos num SET de filmagens.
  • Técnicas de memorização de textos.
  • Linguagem técnica audiovisual.
  • Orientações sobre as agências de atores e modelos.

GUTO PASKO

Diretor de Cinema e TV – Roteirista – Ator

Preparador de Atores para Cinema, Televisão e Comerciais.

Diretor Geral da Série de TV  Ficção “Contracapa” em Pré-produção.

Dirigiu e roteirizou os longas-metragens documentários “Entre Nós, O Estranho”, “Dia de Casamento”, “Clube dos Solitários”, “A Gerra de Toyo”, “Sim – Também Somos Ucranianos”, “Iván – De Volta para o Passado” e “Made in Ucrânia – Os Ucranianos no Paraná”.  Diretor do documentário longa-metragem “Procurando Cris McClayton”.

Diretor e Corroteirista do longa-metragem ficção “Entrelinhas”, em fase de captação.

Diretor da minissérie de época ficção “Colônia Cecília – Uma História de Amor e Utopia” e de 14 episódios de TV ficção para o quadro Casos e Causos da RPCTV (Globo/PR).

Diretor da minissérie documental “Made in Ucrânia” exibida na ÓTV de Curitiba.

Codiretor do telefilme “Antonina, Morretes e Paranaguá – Unidas pela História” para o DOCTV II – TV Cultura / Rede Pública de Televisão.

Foi presidente da AVEC - Associação de Vídeo e Cinema do Paraná (ABD/PR), Membro do Conselho Municipal da Cultura de Curitiba e Conselheiro de Audiovisual da Lei Municipal de Incentivo à Cultura na Fundação Cultural de Curitiba.

Foi Diretor de Articulação Política e Integração da ABD Nacional - Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas e Vice-Presidente da AVEC – Associação de Vídeo e Cinema do Paraná (ABD/PR).

Formação em Produção Cênica com ênfase na Formação do Ator pela UFPR – Universidade Federal do Paraná.

Pós-Graduação em Cinema com ênfase em Produção pela FAP/UNESPAR – Faculdade de Artes da Universidade Estadual do Paraná.

INFORMAÇÕES

Período: 24 a 28 de outubro de 2016
Aulas: Segunda à sexta-feira, das 19h00 às 23h00
Carga horária: 20 horas
Local: Sede da GP7 Cinema
(Rua Fagundes Varela 1878, Jd Social, Curitiba)

Investimento: R$450,00
À vista ou em 2 parcelas
no pagseguro ou
no cheque pré-datado.

Inscrições: gp7cinema@gmail.com ou (41) 3053 0673

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Inscrições abertas para o Curso Avançado de Atores Para TV e Cinema – Módulo I com Guto Pasko.

As aulas serão entre 13 de janeiro e 12 de fevereiro de 2015, às terças e quintas-feiras, das 18h45 às 22h45.

OBJETIVO

Proporcionar aos atores e demais interessados em atuar em produções profissionais de cinema e televisão (filmes, novelas e minisséries) uma preparação adequada às atuais demandas crescentes do mercado de televisão e cinema no Brasil, que carece de novos atores devidamente preparados para a linguagem audiovisual.

METODOLOGIA
Metodologia prática, com gravações de cenas individuais e em grupo em todas as aulas, com graus de dificuldades que simulam a realidade das mais variadas produções existentes no mercado de cinema e televisão (laboratórios e jogos de personagens, monólogos, cenas de filmes, seriados e novelas) embasados na experiência profissional do diretor Guto Pasko nos últimos 10 anos na sua vivência cotidiana com atores e não atores diante das câmeras no SET de filmagens das produções de filmes e minisséries da produtora GP7 Cinema.

CONTEÚDO 
O ator-autor: a criação, construção e preparação da personagem em cinema e televisão.

O ator multimídia: preparação dos atores para as diversas mídias e diferenças de linguagens audiovisuais existentes no mercado hoje e a contextualização dos atores com cada uma delas.

A técnica de interpretação de Constantin Stanislavski, Bertold Breach, Peter Brook, Viola Spolin, Ryngaert, K. Johnstone, Anne Bogart e de outros encenadores aplicados à teledramaturgia, na busca do naturalismo / realismo necessário (ou não) no trabalho dos atores frente às câmeras de cinema e televisão.

Preparação corporal e vocal do ator para atuar em cinema e televisão.
A linguagem técnica audiovisual. As etapas de produção de uma obra. A equipe de uma produção de TV e Cinema. A ambientação de um SET de filmagens.

MERCADO
O mercado de trabalho para atores hoje no Brasil e as possibilidades de inserção do ator nas produções de TV e cinema, seja a nível local, regional ou nacional.

As grandes oportunidades para atores no Brasil hoje com a Lei 12.485/11, a nova lei da TV paga, que vai gerar uma demanda anual de 30 mil horas de produção de conteúdo audiovisual independente somente no segmento de TV por assinatura.

Os principais produtores independentes de cinema e televisão hoje no Brasil e como chegar até estas produções.

O cinema brasileiro contemporâneo como uma janela para os atores.
Testes de elenco para TV e Cinema: orientações e procedimentos profissionais adequados.

As agências de atores: as possibilidades de trabalho e as armadilhas com as “picaretagens”.

GUTO PASKO

Diretor de Cinema e TV – Roteirista – Ator – Apresentador de TV.

Preparador de Atores para Cinema, Televisão e Comerciais desde 1996.

Dirigiu e roteirizou os longas metragens “Iván – De Volta para o Passado” e “Made in Ucrânia – Os Ucranianos no Paraná”.

Diretor da minissérie “Colônia Cecília – Uma História de Amor e Utopia” e de vários episódios de TV para o quadro Casos e Causos da RPCTV (TV Globo/PR).

Foi presidente da AVEC - Associação de Vídeo e Cinema do Paraná (ABD/PR), Membro do Conselho Municipal da Cultura de Curitiba e Conselheiro de Audiovisual da Lei Municipal de Incentivo à Cultura na Fundação Cultural de Curitiba.

Formação em Produção Cênica com ênfase na Formação do Ator pela UFPR – Universidade Federal do Paraná.

Pós-Graduação em Cinema com ênfase em Produção pela UNESPAR/FAP – Faculdade de Artes do Paraná.

Informações: 41 3053 0673 / gp7@gp7cinema.com

Veja conteúdo completo e metodologia do curso no link abaixo:
http://gp7cinema.com/cursos/curso-avancado-1/
(41) 3053-0673

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O Caçador, em cartaz desde o mês passado, buscou em nosso celeiro de descendentes de europeus atores com facilidade para imitar sotaques.

A familiaridade com sotaques estrangeiros típica do Paraná está ajudando a projetar alguns de nossos atores em rede nacional. Desde a estreia do seriado O Caçador, estrelado por Cauã Reymond e Cleo Pires, três nascidos ou radicados por aqui mostraram sua arte em dois episódios cujas tramas, assinadas pelos escritores e roteiristas Marçal Aquino e Fernando Bonassi, pegam pesado no gênero policial. A proposta do seriado envolve diversos personagens estrangeiros, que se comunicam num português com sotaque.

No terceiro episódio, que foi ao ar dia 25 de abril, o personagem de Cauã Reymond, ex-policial que decidiu assumir a carreira de detetive particular após uma traição que o levou à cadeia, é contratado para encontrar um italiano que teria assassinado brutalmente uma adolescente. O casal que procura o protagonista André o convence de que o crime foi realizado contra a filha deles, e que o objetivo de localizar o criminoso Pietro Vaccarezza seria alertar a imprensa para que ele seja extraditado à Itália.

Para viver convincentemente o estrangeiro, “exportamos” Mauro Zanatta, que ficou conhecido por sua já antiga Escola do Ator Cômico após estabelecer-se em Curitiba, vindo de Concórdia (SC). “Meu pai veio do Vêneto, então, apesar de só enrolar no italiano, tenho a sonoridade da língua”, explica o ator e diretor, em cartaz atualmente com Super Homens.

Ao longo do episódio, seu personagem muda de vilão a refugiado caçado pela máfia – era dele a filha morta.

Se o papel de Mauro foi importante – neste episódio, ele contracenou, além de Cauã, com a ótima Grace Passô –, o de Chico Nogueira, ator e fotógrafo da cena curitibana que apareceu no quarto episódio, foi ainda maior.

Na pele do alemão Jurgen, ele, que viveu na Alemanha e lá conheceu até a coreógrafa Pina Bausch (1940-2009), contrata os serviços de André para encontrar seu pai biológico, que teria fugido para o Brasil durante a guerra.

Como se tornou marca registrada do programa, reviravoltas obrigarão a mudanças de conceito: após encontrar o túmulo do pai, a dupla descobre que o pai de Jurgen era um nazista escondido no Brasil – e que estava vivo. O personagem idoso é vivido com maestria pelo nosso também local Luthero de Almeida. A revolta humanista acaba sobrepujando o interesse filial, e os dois se despedem no pior dos termos, para dizer o mínimo.

“O que eu achava que seria uma cena, descobri serem nove. Meu personagem tinha uma história de verdade, com longas falas. Tremi nas bases”, confessa o ator. Após as gravações, o resultado foi considerado excelente, ele conta. Chico agora tem a expectativa de ampliar a parceria com a Rede Globo, já com propostas na manga, mas das quais não pode falar.

O caminho que levou a ele e Mauro até a Globo foi seguido por Sandro Tueros, peruano que trabalha com teatro infantil em Curitiba desde 1998: por meio do produtor Guto Pasko, que faz um meio de campo entre atores locais e as demandas globais. De posse de gravações do quadro “Casos e Causos”, do Revista RPC, ele “vendeu o peixe” curitibano que emplacou em O Caçador.

Sandro aparecerá nos dois últimos capítulos, 13 e 14, como o capanga paraguaio Gutierrez. Há cenas de luta de alta tensão com o personagem de Cauã, além de perseguições em que o peruano foi filmado a partir de um helicóptero, dirigindo um caminhão. Para as gravações, os atores viajaram de cinco a sete vezes ao Rio de Janeiro.

Experiência

Chico, Mauro e Sandro só falam bem do contato com “o padrão Globo” de trabalho, que os surpreendeu.

“É um profissionalismo que dá uma segurança muito grande para o ator”, conta Mauro. “É como entrar na fábrica dos sonhos, com dublê e preparador corporal”, concorda Sandro.

“Até a mulher do café veio me dizer que tinha se emocionado após minha cena mais longa”, conta Chico. “Aplaudem no final… e o diretor ficou gritando o quanto estava bom. Além disso, o Cauã é muito generoso. No meio do meio do meu maior ‘bife’ [trecho longo de fala de um ator] ele decidiu não dizer as falas dele.”

Publicado em 25/05/2014 |

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Escola pode virar alternativa para quem busca mercado do Rio e de São Paulo.

Matéria publicada no Espaço 2 do Jornal do Estado em 24 de abril de 2004.

Foi-se o tempo em que a produção cinematográfica no Brasil era exclusivamente do eixo Rio – São Paulo. Atualmente, empresas paranaenses têm investido na produção de filmes e no treinamento de profissionais de cinema e TV no estado. A escola, agência e produtora curitibana Studio GP7 Brazil, sediada em Curitiba, é um exemplo. Segundo um dos proprietários, o cineasta Guto Pasko, o Paraná sempre teve tradição em teatro. No entanto, para se aprimorar em cinema e TV as pessoas tinham que migrar para outras regiões. Hoje, isso está mudando.

Para Pasko, atualmente o cinema vem se desenvolvendo no Paraná e as perspectivas para o crescimento da indústria cinematográfica no estado são bem otimistas. Em 2003 foram produzidos no Paraná 23 filmes, através de leis de incentivo à cultura. No entanto, ainda falta uma mão de obra qualificada no mercado, e muitas dessas produções utilizaram profissionais do eixo Rio – São Paulo. Segundo o cineasta, isso se deve ao fato, de haver poucas escolas especializadas em cinema localmente.

Segundo Pasko, a inserção do Paraná na rota das produções cinematográficas nacionais, depende da construção de uma cultura de aceitação da “sétima arte” no estado. “É necessário que as pessoas percebam a importância do cinema como espelho da sociedade para o fortalecimento de suas próprias identidades”. No que se refere a ensino, Pasko ressalta que é necessária uma metodologia que enfatize mais a prática do que a teoria. “A maioria das pessoas não fazem ideia do que é trabalhar com cinema e TV. É por isso que o curso que propomos contempla a realização de um filme, onde os alunos percebem as dificuldades da profissão”, conclui o cineasta.

Depois do curta Entrevista de Emprego e do longa Pensa que é Fácil? (em fase de edição), o Studio GP7 Brazil está perto de finalizar seu terceiro filme no Paraná. O longa-metragem intitulado Sociedade é caracterizado pela originalidade e polêmica com que trata a relação do homem com a sociedade. A ovra conta com a participação dos alunos da escola em todos os aspectos de sua construção e com a trilha sonora da banda curitibana Cores D Flores. Gravado em digital, o filme será possivelmente passado para película.