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OBJETIVO

Proporcionar aos atores e demais interessados em atuar em produções profissionais de cinema e televisão (filmes, novelas e minisséries) uma preparação adequada às atuais demandas crescentes do mercado de televisão e cinema no Brasil, que carece de novos atores devidamente preparados para a linguagem audiovisual.

METODOLOGIA
Metodologia prática, com gravações de cenas individuais e em grupo em todas as aulas, com graus de dificuldades que simulam a realidade das mais variadas produções existentes no mercado de cinema e televisão (laboratórios e jogos de personagens, monólogos, cenas de filmes, seriados e novelas) embasados na experiência profissional do diretor Guto Pasko nos últimos 10 anos na sua vivência cotidiana com atores e não atores diante das câmeras no SET de filmagens das produções de filmes e minisséries da produtora GP7 Cinema.

CONTEÚDO 
O ator-autor: a criação, construção e preparação da personagem em cinema e televisão.

O ator multimídia: preparação dos atores para as diversas mídias e diferenças de linguagens audiovisuais existentes no mercado hoje e a contextualização dos atores com cada uma delas.

A técnica de interpretação de Constantin Stanislavski, Bertold Brecht, Peter Brook, Viola Spolin, Ryngaert, K. Johnstone, Anne Bogart e de outros encenadores aplicados à teledramaturgia, na busca do naturalismo / realismo necessário (ou não) no trabalho dos atores frente às câmeras de cinema e televisão.

Preparação corporal e vocal do ator para atuar em cinema e televisão.
A linguagem técnica audiovisual. As etapas de produção de uma obra. A equipe de uma produção de TV e Cinema. A ambientação de um SET de filmagens.

MERCADO
O mercado de trabalho para atores hoje no Brasil e as possibilidades de inserção do ator nas produções de TV e cinema, seja a nível local, regional ou nacional.

As grandes oportunidades para atores no Brasil hoje com a Lei 12.485/11, a nova lei da TV paga, que gerou uma demanda anual de 3 mil horas de produção de conteúdo audiovisual independente somente no segmento de TV por assinatura.

Os principais produtores independentes de cinema e televisão hoje no Brasil e como chegar até estas produções.

O cinema brasileiro contemporâneo como uma janela para os atores.
Testes de elenco para TV e Cinema: orientações e procedimentos profissionais adequados.

As agências de atores: as possibilidades de trabalho e as armadilhas com as “picaretagens”.

GUTO PASKO

Diretor de Cinema e TV – Roteirista – Ator – Apresentador de TV.

Preparador de Atores para Cinema, Televisão e Comerciais desde 1996.

Dirigiu e roteirizou os longas metragens “Iván – De Volta para o Passado” e “Made in Ucrânia – Os Ucranianos no Paraná”.

Diretor da minissérie “Colônia Cecília – Uma História de Amor e Utopia” e de vários episódios de TV para o quadro Casos e Causos da RPCTV (TV Globo/PR).

Foi presidente da AVEC – Associação de Vídeo e Cinema do Paraná (ABD/PR), Membro do Conselho Municipal da Cultura de Curitiba e Conselheiro de Audiovisual da Lei Municipal de Incentivo à Cultura na Fundação Cultural de Curitiba.

Formação em Produção Cênica com ênfase na Formação do Ator pela UFPR – Universidade Federal do Paraná.

Pós-Graduação em Cinema com ênfase em Produção pela FAP/UNESPAR – Faculdade de Artes da Universidade Estadual do Paraná

Informações: 41 3053 0673 / gp7@gp7cinema.com

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Estão abertas as inscrições para a turma intensiva de férias da “Oficina de Interpretação para Comerciais de TV”. A oficina ministrada pelo cineasta Guto Pasko e realiza-se entre os dias 19 e 23 de janeiro de 2015, das 14h00 às 18h00. O investimento é de R$ 400,00.

Objetivo
Proporcionar aos atores e modelos, bem como a todos os interessados em atuarem em comerciais de TV, uma preparação dentro da realidade existente no mercado e discipliná-los com a linguagem e ambientação de um SET de filmagens, promovendo o ensino teórico e prático sobre o mercado de comerciais de televisão.

Programa da Oficina
Aulas práticas, com gravações de comercias individuais e em grupo. Os exercícios apresentam variados graus de dificuldades, criados para representar as mais variadas produções publicitárias existentes no mercado.

  • O mercado de comerciais de TV: como funciona e como entrar nele?
  • Procedimentos profissionais de atores e modelos em testes de elenco.
  • Como ocorre o processo de seleção de elenco e como passar nos testes.
  • Postura profissional de atores e modelos num SET de filmagens.
  • Técnicas de memorização de textos.
  • Linguagem técnica audiovisual.
  • Orientações sobre as agencias de atores e modelos.

Mais informações: (41) 3053-0673

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O Caçador, em cartaz desde o mês passado, buscou em nosso celeiro de descendentes de europeus atores com facilidade para imitar sotaques.

A familiaridade com sotaques estrangeiros típica do Paraná está ajudando a projetar alguns de nossos atores em rede nacional. Desde a estreia do seriado O Caçador, estrelado por Cauã Reymond e Cleo Pires, três nascidos ou radicados por aqui mostraram sua arte em dois episódios cujas tramas, assinadas pelos escritores e roteiristas Marçal Aquino e Fernando Bonassi, pegam pesado no gênero policial. A proposta do seriado envolve diversos personagens estrangeiros, que se comunicam num português com sotaque.

No terceiro episódio, que foi ao ar dia 25 de abril, o personagem de Cauã Reymond, ex-policial que decidiu assumir a carreira de detetive particular após uma traição que o levou à cadeia, é contratado para encontrar um italiano que teria assassinado brutalmente uma adolescente. O casal que procura o protagonista André o convence de que o crime foi realizado contra a filha deles, e que o objetivo de localizar o criminoso Pietro Vaccarezza seria alertar a imprensa para que ele seja extraditado à Itália.

Para viver convincentemente o estrangeiro, “exportamos” Mauro Zanatta, que ficou conhecido por sua já antiga Escola do Ator Cômico após estabelecer-se em Curitiba, vindo de Concórdia (SC). “Meu pai veio do Vêneto, então, apesar de só enrolar no italiano, tenho a sonoridade da língua”, explica o ator e diretor, em cartaz atualmente com Super Homens.

Ao longo do episódio, seu personagem muda de vilão a refugiado caçado pela máfia – era dele a filha morta.

Se o papel de Mauro foi importante – neste episódio, ele contracenou, além de Cauã, com a ótima Grace Passô –, o de Chico Nogueira, ator e fotógrafo da cena curitibana que apareceu no quarto episódio, foi ainda maior.

Na pele do alemão Jurgen, ele, que viveu na Alemanha e lá conheceu até a coreógrafa Pina Bausch (1940-2009), contrata os serviços de André para encontrar seu pai biológico, que teria fugido para o Brasil durante a guerra.

Como se tornou marca registrada do programa, reviravoltas obrigarão a mudanças de conceito: após encontrar o túmulo do pai, a dupla descobre que o pai de Jurgen era um nazista escondido no Brasil – e que estava vivo. O personagem idoso é vivido com maestria pelo nosso também local Luthero de Almeida. A revolta humanista acaba sobrepujando o interesse filial, e os dois se despedem no pior dos termos, para dizer o mínimo.

“O que eu achava que seria uma cena, descobri serem nove. Meu personagem tinha uma história de verdade, com longas falas. Tremi nas bases”, confessa o ator. Após as gravações, o resultado foi considerado excelente, ele conta. Chico agora tem a expectativa de ampliar a parceria com a Rede Globo, já com propostas na manga, mas das quais não pode falar.

O caminho que levou a ele e Mauro até a Globo foi seguido por Sandro Tueros, peruano que trabalha com teatro infantil em Curitiba desde 1998: por meio do produtor Guto Pasko, que faz um meio de campo entre atores locais e as demandas globais. De posse de gravações do quadro “Casos e Causos”, do Revista RPC, ele “vendeu o peixe” curitibano que emplacou em O Caçador.

Sandro aparecerá nos dois últimos capítulos, 13 e 14, como o capanga paraguaio Gutierrez. Há cenas de luta de alta tensão com o personagem de Cauã, além de perseguições em que o peruano foi filmado a partir de um helicóptero, dirigindo um caminhão. Para as gravações, os atores viajaram de cinco a sete vezes ao Rio de Janeiro.

Experiência

Chico, Mauro e Sandro só falam bem do contato com “o padrão Globo” de trabalho, que os surpreendeu.

“É um profissionalismo que dá uma segurança muito grande para o ator”, conta Mauro. “É como entrar na fábrica dos sonhos, com dublê e preparador corporal”, concorda Sandro.

“Até a mulher do café veio me dizer que tinha se emocionado após minha cena mais longa”, conta Chico. “Aplaudem no final… e o diretor ficou gritando o quanto estava bom. Além disso, o Cauã é muito generoso. No meio do meio do meu maior ‘bife’ [trecho longo de fala de um ator] ele decidiu não dizer as falas dele.”

Publicado em 25/05/2014 |

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Quem aí já teve dor de cabeça ou passou por maus momentos na hora da mudança? No Casos e Causos deste domingo (16), você vai conhecer um casal que vai encarar uma verdadeira aventura para realizar o sonho de mobiliar a casa nova.

Beatriz e Gustavo são recém casados e estão felizes no novo lar. Empolgados, eles começam a receber os móveis que compraram e, logo, o pequeno apartamento fica tomado por caixas de papelão, quadros, roupas, eletrônicos e mobília.

Mas a expectativa com a casa nova logo vira estresse, pois o casal passa dias ligando para o call center da empresa de móveis para perguntar: “Cadê o montador?”

Depois de incontáveis ligações à loja e uma coleção de tristezas que completaram a primeira semana de casados, Beatriz e Gustavo deixam a serenidade de lado e resolvem tomar medidas drásticas na intenção de ver o rack montado na sala.

Confira como termina essa história no Casos e Causos deste domingo, na Revista RPC. É logo depois do The Ultimate Fighter – Em Busca de Campeões (TUF Brasil).

12/03/14 por Janaína Castro

Fonte: http://redeglobo.globo.com/platb/rpctv-revistarpc/2014/03/12/nao-perca-cade-o-montador-no-casos-e-causos-deste-domingo-16/

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A GP7 Cinema finalizou nesta semana o curta-metragem “A Promessa”, produzido para o quadro Casos e Causos da RPCTV (Afiliada Globo/PR).

A história se desenvolve a partir de uma velha kombi e uma promessa que a envolve.  O roteiro é de Marlon Silva e a direção do cineasta Guto Pasko.

Participam do elenco os atores Nautilio Portela, Carlos Vilas Boas, Ulisses Iarochinski e Fernando Klug, além  das atrizes Cris Fergutz e Deise Kovalski.

O episódio estava programado para ir ao ar no Programa Revista RPC no domingo, 25 de agosto, mas a emissora alterou sua grade de programação e o episódio a ser exibido será O LOBISOMEM DE ANTÔNIO OLINTO, também produzido pela GP7 Cinema.

Equipe RPCTV

Diretor de Produção

Carlyle Ávila

Gerente de Produção

Marcus Werneck

Coordenador de Produção

Danilo Pschera

Produção

Marcos Souza

Equipe GP7

Direção

GUTO PASKO

Roteiro

MARLON SILVA

JORGE SILVA

Produção Executiva

ANDRÉIA KALÁBOA

GUTO PASKO

Direção de Produção

GUILHERME GLÜCK

Direção de Arte

FELIPE POTENZA

Direção de Fotografia

ANDRÉ FARIA

Técnico de Som Direto

DIEGO RIBAS

Edição 

NILTON FELÍCIO

Desenhista de Som e Trilha Sonora

ELENTON ZANONI 

1º Assistente de Direção

ANDRÉIA KALÁBOA

2º Assistente de Direção

ARTHUR FARIA

Assistente de Produção

FELIPE GOBBO

Operadores de Câmera

CÉSAR RAFAEL

WAGNER LIMA

Assistentes de Câmera

MARCELO ANC

Figurinista

ANA RODACKI

Assistente de Figurino

KAYANE CABRAL

Maquiador

THIAGO NOTAROBERTO

Eletricista e Gaffer

EDUARDO FRESSATO SPULDARO

Maquinista

LUCIANO PEREIRA

Assistente de Elétrica e Maquinaria

MAIKON ROCHA

Motorista

MARCELO PATA

Agradecimentos 

Luiz Fernando Cequinel

Marlene Maran

Valmir Maran

Marco Rebuli

Zeferino Szychta

Ana Debax Szychta

Ricardo Marcos Lalico

Rogério Duílio Genari

Ana Paula Sikora

Lúcia Kmiecik

RF Orquídeas

Kombi Clube Curitiba

Museu Polonês – Colônia Dom Pedro II

Igreja Colônia Figueiredo – Padre Stanislau

Brechó Novo Encanto

Arthur Faria – Fusca

Máquina Rara

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Matéria publicada no CADERNO G do Jornal Gazeta do Povo em 30 de dezembro de 2004.

PERSONAGEM – Guto Pasko é a novidade do audiovisual paranaense.

Made in Ucrânia

Diretor irá realizar dois documentários para TV em 2005

Ao ser anunciada, a duas semanas, a lista dos vencedores do primeiro edital de cinema e vídeo da Secretaria de Estado da Cultura trouxe como novidade a presença de Guto Pasko, 28 anos, um novo produtor e diretor paranaense, que teve seu projeto de documentário, Made in Ucrânia – Os Ucranianos no Paraná, aprovado na categoria telefilme. Ele foi selecionado juntamente com nomes mais conhecidos do cinema paranaense. Os diretores Fernando Severo e Marcos Jorge (na categoria longa), os irmãos Werner e Willy Schumann, e a fotógrafa e cineasta Heloísa Passos (os três últimos também com propostas de telefilmes).

Pasko é proprietário da GP7 Cinema & Atores (produtora, agência de atores e escola de cinema e tevê) e no final deste ano lançou o longa-metragem independente Sociedade, apresentado na Cinemateca de Curitiba. A empresa também será responsável pela produção de Antonina, Morretes e Paranaguá – Unidas pela História, de Maria Fernanda Cordeiro, um dos dois projetos paranaenses vencedores da segunda edição do DOC-TV (programa criado pelo Ministério da Cultura e Rede Pública de Televisão para incentivar a produção de documentários no país) – Pasko irá co-dirigir o trabalho.

Descendente de ucranianos – daí o interesse por contar a história desse povo europeu no Paraná -, o diretor nasceu em Prudentópolis (sudeste do estado), de onde saiu para a capital paranaense com 11 anos, pois não queria ser padre, como desejava seu pai. “A gente vivia isolado na comunidade e até os 8 anos eu não falava português. Era um garoto muito tímido e, quando cheguei em Curitiba, a galera zoava da minha cara, pois eu falava tudo “erado” e nada “coreto”, brinca. A melhora no português foi conseguida com a ajuda de uma professora na escola, que lhe deu muitos livros para ler, ajudando-o no desenvolvimento da linguagem. Ainda nesta época de criança, Pasko conheceu o teatro, através de uma peça infantil, e decidiu que queria fazer parte do mundo das artes. “Queria fazer um curso de teatro, mas não tinha recursos. Na minha família quem não é agricultor é cabeleireiro. Aos 15 anos, recebi dinheiro de uma tia minha pra fazer um curso de cabeleireiro, mas paguei o meu primeiro curso de teatro, da Companhia Os Satyros”, revela. Alguns anos mais tarde, ele iria para o Rio de Janeiro, fazer cursos na Casa de Talentos, escola especializada em cinema e televisão (formadora de alguns atores globais como Giovana Antonelli, Leonardo Brício e Lavínia Vlasak). Ficou cinco anos por lá, acabou virando professor do estabelecimento e até abriu uma franquia na capital carioca, sendo fechada após a falência da empresa.

Pasko voltou a Curitiba em 2001, quando abriu a GP7. “Comecei com uma filosofia parecida com a da Casa de Talentos, de escola especializada principalmente em interpretação. Em Curitiba, temos muitas e ótimas escolas de teatro, mas nada mais voltado para a atuação no segmento de cinema e televisão”, confirma ele, lembrando que em 2004 o italiano Pietro Barana tornou-se seu sócio. Além da formação de atores, a empresa oferece cursos técnicos de cinema (roteiro, produção e direção) e também começa a agenciar atores, trabalho que já faz informalmente e que será realizado de forma oficial a partir de janeiro. Há também o braço produtor da empreitada, que além dos documentários vencedores de concursos, pretende realizar mais quatro curta-metragens em 2005 – três em Curitiba e um em Ponta Grossa, onde há uma filial da GP7. “O mercado de cinema está crescendo no país e tem boas perspectivas, mesmo no Paraná. Os filmes que serão realizados com o prêmio estadual deverão gerar centenas de empregos diretos para as pessoas daqui”, finaliza.

Serviço:
GP7 Cinema & Atores (Rua Fagundes Varela, 1878 – Jd. Social), (41) 362 2525).

Projetos GP7:
Made in Ucrânia – Os Ucranianos no Paraná – projeto de documentário vencedor do prêmio estadual de cinema e vídeo na categoria telefilme.
Antonina, Morretes e Paranaguá – Unidas pela História- projeto de documentário vencedor da segunda edição do DOC-TV.
Agosto Amargo, Festa de Eliete e 23 Degraus, curtas-metragens que serão realizados em Curitiba em 2005. Teoria X, curta a ser realizado em Ponta Grossa.

Rudney Flores

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Escola pode virar alternativa para quem busca mercado do Rio e de São Paulo.

Matéria publicada no Espaço 2 do Jornal do Estado em 24 de abril de 2004.

Foi-se o tempo em que a produção cinematográfica no Brasil era exclusivamente do eixo Rio – São Paulo. Atualmente, empresas paranaenses têm investido na produção de filmes e no treinamento de profissionais de cinema e TV no estado. A escola, agência e produtora curitibana Studio GP7 Brazil, sediada em Curitiba, é um exemplo. Segundo um dos proprietários, o cineasta Guto Pasko, o Paraná sempre teve tradição em teatro. No entanto, para se aprimorar em cinema e TV as pessoas tinham que migrar para outras regiões. Hoje, isso está mudando.

Para Pasko, atualmente o cinema vem se desenvolvendo no Paraná e as perspectivas para o crescimento da indústria cinematográfica no estado são bem otimistas. Em 2003 foram produzidos no Paraná 23 filmes, através de leis de incentivo à cultura. No entanto, ainda falta uma mão de obra qualificada no mercado, e muitas dessas produções utilizaram profissionais do eixo Rio – São Paulo. Segundo o cineasta, isso se deve ao fato, de haver poucas escolas especializadas em cinema localmente.

Segundo Pasko, a inserção do Paraná na rota das produções cinematográficas nacionais, depende da construção de uma cultura de aceitação da “sétima arte” no estado. “É necessário que as pessoas percebam a importância do cinema como espelho da sociedade para o fortalecimento de suas próprias identidades”. No que se refere a ensino, Pasko ressalta que é necessária uma metodologia que enfatize mais a prática do que a teoria. “A maioria das pessoas não fazem ideia do que é trabalhar com cinema e TV. É por isso que o curso que propomos contempla a realização de um filme, onde os alunos percebem as dificuldades da profissão”, conclui o cineasta.

Depois do curta Entrevista de Emprego e do longa Pensa que é Fácil? (em fase de edição), o Studio GP7 Brazil está perto de finalizar seu terceiro filme no Paraná. O longa-metragem intitulado Sociedade é caracterizado pela originalidade e polêmica com que trata a relação do homem com a sociedade. A ovra conta com a participação dos alunos da escola em todos os aspectos de sua construção e com a trilha sonora da banda curitibana Cores D Flores. Gravado em digital, o filme será possivelmente passado para película.