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O filme de Guto Pasko aborda o cotidiano do município paranaense de Prudentópolis e fecha a trilogia ucraniana do diretor. O longa foi selecionado no Edital de Licenciamento de filmes paranaenses promovido pela Secretaria de Cultura do Estado com o objetivo de estimular a difusão do audiovisual paranaense na Rádio e TV Educativa do Paraná (RTVE) – TV É-Paraná. As obras selecionadas e licenciadas passarão a fazer parte do cadastro de obras audiovisuais da RTVE pelo período de dois anos e serão veiculadas dentro da grade de programação da emissora.

O primeiro filme de Pasko que aborda a imigração ucraniana é o longa-metragem “Made in Ucrânia” (2006), que faz um resgate histórico-didático sobre a Ucrânia e as três fases da imigração para o Brasil.

O segundo filme é o longa-metragem “Iván”  (produzido em 2010/2011 e lançado nos cinemas em 2015), retratando a vida do imigrante ucraniano  Iván Bojko, que vive em Curitiba e é refugiado de segunda guerra mundial. O documentário é baseado nos diários pessoais dele e pano de fundo do filme é o comunismo soviético na Ucrânia e sofrimento desse imigrante nas mãos dos nazistas depois de ter sido sequestrado por eles numa aldeia rural da Ucrânia e levado para trabalho forçado na Alemanha no período da guerra.

E o terceiro e último longa-metragem da trilogia ucraniana é “Entre Nós, O Estranho”, sobre a cidade natal do diretor. O município de Prudentópolis no Paraná é peculiar. Tudo inspira a Ucrânia. Dos atuais 52 mil habitantes, 75% são de origem ucraniana. Os ucranianos em Prudentópolis fizeram-se valer da superioridade numérica para impor seus meios de identificação, fazendo que, concomitantemente, os demais que também habitam a região (brasileiros e poloneses), assimilassem seus usos e costumes e, deste modo, aceitassem suas representações de modo incontestável, tornando-se um caso único no mundo, aonde o grupo que chega, domina o grupo receptor.

Embora estes três filmes abordem a temática da imigração ucraniana, são filmes absolutamente diferentes e independentes, com focos bem específicos,  porém, se completam enquanto temática e estudo de caso.

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Matéria Publicada no Caderno G do Jornal Gazeta do Povo em 23.11.15.

Documentário leva o nonagenário Iván Bojko em viagem à Ucrânia para reencontrar a irmã que não via há 68 anos.

Após lançar em 2006 o documentário “Made in Ucrânia”, que abordava a imigração ucraniana no Brasil, o cineasta Guto Pasko foi presenteado por um de seus entrevistados.

Emocionado, Iván Bojko, à época com 86 anos, entregou em suas mãos dois cadernos. Eram diários que relatavam o cotidiano de um ucraniano após ser retirado de casa e levado à Alemanha pelo regime nazista na década de 1940.

O diretor viu que tinha uma grande história ali, que merecia ser levada às telas. Guto só não imaginava que daquela história nasceria outra, ainda mais emocionante.

“Iván”, o documentário que tem pré-estreia em Curitiba nesta terça-feira (24) e estreia nos cinemas de todo o Brasil na quinta (26), não se limita apenas a desvendar a história de seu protagonista. O filme literalmente leva-o ao encontro da história, em uma jornada à Ucrânia após quase sete décadas de separação.

Quando Guto entrevistou Iván em seu primeiro filme, foi para conhecer o octogenário que produzia e tocava a bandura, instrumento musical típico ucraniano.

Nas conversas, ficou sabendo que o ucraniano foi tirado à força do país natal em 1942 e levado à Alemanha para trabalhos forçados.

Com o fim da Segunda Guerra Mundial, ele não pode retornar ao país (então União Soviética) porque era considerado traidor pelo regime comunista.

Conseguiu vir para o Brasil, onde chegou em 1948 e permanece até hoje. À Ucrânia, onde ficaram os pais e duas irmãs, não voltou mais.

Guto conta que, após ver “Made in Ucrânia”, Iván o procurou. Foi quando lhe entregou os diários, com relatos dos 9 anos de idade até a chegada ao Brasil. “Tudo o que ele viveu nesse período, sob o regime nazista estava ali. À medida que eu ia lendo e traduzindo, ecoavam as palavras dele ao me entregar aquele material: ‘as pessoas precisam saber disso’”, conta o cineasta.

Como mostrar isso ao público? A pergunta levou a uma ideia ousada, viabilizada graças à seleção em um edital da Petrobras, que garantiu os recursos necessários para o projeto.

A proposta consistia em levar Iván de volta à Ucrânia, para visitar o vilarejo onde morou e reencontrar a irmã, que não via há 68 anos, desde que foram separados pela guerra. “Tínhamos bem claro o caminho a percorrer, mas era impossível prever o que iria acontecer”, conta Guto.

O resultado foram centenas de horas de filmagem, acompanhando um senhor de 90 anos, percorrendo 5 mil quilômetros pela Ucrânia em 40 dias. Entre o anúncio da viagem e o esperado reencontro com a irmã, Iván revê locais, pessoas e a cultura nativa. “Sabíamos que seria algo muito forte emocionante. Foi uma experiência transformadora para toda a equipe”, conclui o cineasta.

Por Anderson Gonçalves

http://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/cinema/cineasta-guto-pasko-leva-ivan-para-casa-8mg9ackfgyrnehdgbjwpudbnr

Assista ao trailer de “Iván”:

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Filme “Iván” retrata história real de refugiado que retorna à Ucrânia após 68 anos longe da família.

Iván Bojko é um sobrevivente da Segunda Guerra Mundial. Nascido na Ucrânia, foi tirado à força de seu país em 1942 pelos nazistas para fazer trabalhos forçados na Alemanha. Em 1948 conseguiu imigrar para o Brasil, tornando-se apátrida. Desde então, não pôde retomar contato com seus familiares devido ao bloqueio imposto pelo regime político dos russos em seu país – um novo conflito entre os dois países retornou aos noticiários mundiais nos últimos tempos.

68 anos depois, ele retornou. Este comovente reencontro com o seu país, sua família e seu passado é retratado no filme “Iván”, que conta a história real de um refugiado, baseada nos diários escritos pelo próprio Iván Bojko, que tinha 91 anos quando voltou a pisar em solo ucraniano.

“Iván” tem direção de Guto Pasko, experiente realizador paranaense, que é descendente de ucranianos, e abordou o tema imigração em outros títulos de sua filmografia, tais como “Made in Ucrânia – Os Ucranianos no Paraná”, “A Colônia Cecília” (neste caso, sobre imigrantes italianos) e “O Herói de Cruz Machado” (poloneses).

O filme recebeu premiações no Festival de Cinema  de Maringá, Florianópolis Audiovisual Mercosul, Fest Cine Goiânia, além de ser exibido nos festivais de Brasília, Mostra Tiradentes, Olhar de Cinema (Curitiba), Cinesul , FENAVID (Bolívia), Festival Cinematográfico de Montevideo (Uruguai) e Festival Latino-Americano de Cinema de Trieste (Itália).

“Iván” é uma realização da GP7 Cinema, com produção de Andréia Kaláboa, patrocinado pela Petrobras, com a distribuição da Moro Filmes através do Edital do FSA para distribuição.

Esta semana marca o lançamento do trailer oficial deste longa-metragem.

Página oficial: ivanfilme.com

Página no Facebook: www.facebook.com/ivanfilme

Trailer:

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O longa-metragem do cineasta paranaense Guto Pasko será distribuído nas salas de cinema no Brasil pela Moro Filmes.

A ideia é que o público ajude a definir o título final do documentário de longa-metragem sobre IVÁN BOJKO.

Para conhecer as opções de título e votar entre no link: http://goo.gl/forms/ql5uL2IHIu

Sinopse:
Em 1942 Iván Bojko foi arrancado pelos nazistas de sua aldeia natal e levado para Alemanha para trabalhos forçados. Em 1948 ele imigrou para o Brasil como refugiado da segunda guerra mundial e nunca mais conseguiu voltar para a Ucrânia, mas se manteve ligado às tradições culturais do seu país através da musica.

68 anos depois, o filme documenta o retorno de Iván Bojko a sua terra natal, numa verdadeira viagem de “volta ao passado”, já aos 91 anos de idade.

Baseado nos diários de Iván, as imagens e sons funcionam como canais de acesso a uma experiência do imaginário, que atravessam as simples lembranças do imigrante e chegam ao nosso imaginário também.

Trailer:

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O novo filme do diretor paranaense Guto Pasko retrata o cotidiano do município de Prudentópolis, no Paraná, terra natal do cineasta, conhecida pelo grande contingente de descendentes de imigrantes ucranianos.

Será o terceiro longa-metragem documentário da “trilogia ucraniana” idealizada e assinada por Pasko.

As filmagens aconteceram nos meses de abril e maio de 2015 e a edição de imagens e processo de montagem teve inicio ainda neste mesmo período.

O diretor já tem o primeiro corte do filme e agora a obra segue para testes de audiência e depois para as etapas de edição e mixagem de som e tratamento final de cor.

Na sequência o longa-metragem irá percorrer o circuito de festivais de cinema nacionais e internacionais e o lançamento no mercado cinematográfico e teledifusão deverá ocorrer em 2017.

“Entre Nós, O Estranho” contou com patrocínio da COPEL através do Edital Conta Cultura 2011 da Secretaria Estadual da Cultura do Paraná, do banco BRDE, da empresa EUROSTAR / LAQUILA e da CASAFERTIL.

EQUIPE:

Direção e Roteiro
GUTO PASKO
Produção Executiva
ANDRÉIA KALÁBOA
Direção de Produção
AMARILDO JOSÉ MARTINS
Direção de Fotografia
JOÃO CASTELO BRANCO
Assistente de Câmera
RAFAEL BERTELLI
Técnico Som Direto
ELENTON ZANONI
Montagem
GUTO PASKO
HEIDI PETERS
Edição de SOM
ELENTON ZANONI