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Diego Florentino | GP7 Cinema

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Comments Off on “Brazil Made in Paraná” é licenciado para a RIC TV RECORD

Um Brasil diferente. Um Brasil estrangeiro. Um “Brazil Made in Paraná”.

Esse é o ponto de partida do projeto de série documental da GP7 Cinema que aborda os vários grupos étnicos que formaram o estado.

Estão previstos 10 episódios e cada um deles falará de uma comunidade de imigrantes específica, retratada a partir de uma região e/ou cidade do estado que abriga aquela etnia.

O primeiro documentário de 26 minutos aborda a comunidade árabe de Foz do Iguaçu, investigando suas inter-relações sociais e culturais na tríplice fronteira do Brasil com o Paraguai e a Argentina e acaba de ser licenciado pela GP7 Cinema para a RIC TV, afiliada RECORD no Paraná.

Contexto

O Paraná é peculiar. Possui o slogan de “Terra de todas as gentes”. Não tem uma identidade única. Sua marca é a diversidade.

Quem circula pelo estado vai sendo abduzido por um universo estrangeiro. São cerca de 30 povos que colonizaram o Paraná e trouxeram na bagagem sua cultura, costumes e tradições, e vivificam no presente, o passado destes povos.

No Paraná, cada etnia formou colônias nas mais variadas regiões: poloneses, ucranianos, alemães, italianos, holandeses, japoneses, árabes, e tantos outros povos, ainda hoje, mantêm vivas suas tradições e costumes, dando uma característica especial a esse pedaço do Brasil.

“Brazil Made in Paraná” é uma produção da GP7 Cinema em parceria de coprodução com a Trópico Audiovisual e teve direção de Diego Florentino com codireção de Guto Pasko.

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Comments Off on Telefilme “Guetos CWB” entra em pré-produção

Curitiba é uma metrópole que vive atualmente uma espécie de reformulação social, mantendo ainda em partes o seu ar de cidade provinciana e conservadora.

Nos últimos anos estão surgindo novos “Guetos Sociais” que vão se adaptando, como gays, lésbicas, manos do hip-hop, entre outros. Eram movimentos inimagináveis na cidade até então.

O grito de guerra dado por cerca de 150 jovens e adolescentes da periferia e adeptos do hip-hop – “Somos da Zona Sul e Oeste” – barrados na entrada de um Shopping Center que estava sendo inaugurado soou estranho no ouvido da população curitibana acostumada a dividir a cidade em bairros.

Ao que parece, a sociedade “curitibóca” terá de se acostumar a essa nova ordem, mas não sem conflitos.

O Telefilme é uma coprodução entre GP7 Cinema e Trópico Audiovisual, com direção de Guto Pasko e Diego Florentino.

Para abordar esse tema, o ponto de partida será esse episódio ocorrido ainda em 2008 e que chamou muita atenção da cidade. Duas faces de Curitiba que pouco convivem tiveram um encontro e nenhum dos dois lados ficou satisfeito com a experiência.

De um lado, os representantes dos “Guetos Tradicionais” da cidade. Eles ganham bem, usam roupas de grifes famosas, moram em condomínios fechados ou em boas casas e são adeptos do Shopping Center, uma mania curitibana.

Do outro lado, os representantes dos “Novos Guetos” da cidade. Eles usam roupas largas, moram longe, ganham pouco e se apresentam como moradores do Norte, Sul, Leste e Oeste, terminologia adotada para traduzir uma cidade que não se divide em bairros, mas em bolsões de pobreza.

Curitibano da gema é do bairro das Mercês, do Ahú, da Água Verde, do Batel, do Jardim Social. Mas eis que, de repente, quem estava por perto da muvuca se sentiu em São Paulo ou no Rio de Janeiro. Nessas megacidades, os pontos cardeais são uma espécie de resumo da ópera: traduzem as linhas de trens e ônibus, as áreas de tráfico, o valor do lote e se o morador é suburbano ou usa tailleur. Resta saber se a nossa capital se rendeu ou não a essa ordem.

A cantoria dos garotos dos “Guetos da Periferia” na entrada do shopping nos evidencia que existe uma cidade subterrânea, que se organiza à sua moda, tem seus líderes, movimentos culturais e – como se vê agora – gogó bom o bastante para fazer se ouvir.

É esta Curitiba subterrânea, em contraste e conflito com a Curitiba do cartão postal, que este documentário pretende desvendar e retratar. Sejam bem-vindos aos “Guetos CWB”.