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Objetivo
Proporcionar aos atores e modelos, bem como a todos os interessados em atuarem em comerciais de TV, uma preparação dentro da realidade existente no mercado e discipliná-los com a linguagem e ambientação de um SET de filmagens, promovendo o ensino teórico e prático sobre o mercado de comerciais de televisão.

Programa da Oficina
Aulas práticas, com gravações de comercias individuais e em grupo. Os exercícios apresentam variados graus de dificuldades, criados para representar as mais variadas produções publicitárias existentes no mercado.

  • O mercado de comerciais de TV: como funciona e como entrar nele?
  • Procedimentos profissionais de atores e modelos em testes de elenco.
  • Como ocorre o processo de seleção de elenco e como passar nos testes.
  • Postura profissional de atores e modelos num SET de filmagens.
  • Técnicas de memorização de textos.
  • Linguagem técnica audiovisual.
  • Orientações sobre as agencias de atores e modelos.

Período: 28/JUL a 1º/AGO
Horário: 18h30 às 22h30
Carga Horária: 20 horas
Investimento: R$400,00*
*À vista ou em 2 parcelas.

Produção Andréia Kaláboa
Inscrições: (41) 3053-0673 c/ Amarildo

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O Caçador, em cartaz desde o mês passado, buscou em nosso celeiro de descendentes de europeus atores com facilidade para imitar sotaques.

A familiaridade com sotaques estrangeiros típica do Paraná está ajudando a projetar alguns de nossos atores em rede nacional. Desde a estreia do seriado O Caçador, estrelado por Cauã Reymond e Cleo Pires, três nascidos ou radicados por aqui mostraram sua arte em dois episódios cujas tramas, assinadas pelos escritores e roteiristas Marçal Aquino e Fernando Bonassi, pegam pesado no gênero policial. A proposta do seriado envolve diversos personagens estrangeiros, que se comunicam num português com sotaque.

No terceiro episódio, que foi ao ar dia 25 de abril, o personagem de Cauã Reymond, ex-policial que decidiu assumir a carreira de detetive particular após uma traição que o levou à cadeia, é contratado para encontrar um italiano que teria assassinado brutalmente uma adolescente. O casal que procura o protagonista André o convence de que o crime foi realizado contra a filha deles, e que o objetivo de localizar o criminoso Pietro Vaccarezza seria alertar a imprensa para que ele seja extraditado à Itália.

Para viver convincentemente o estrangeiro, “exportamos” Mauro Zanatta, que ficou conhecido por sua já antiga Escola do Ator Cômico após estabelecer-se em Curitiba, vindo de Concórdia (SC). “Meu pai veio do Vêneto, então, apesar de só enrolar no italiano, tenho a sonoridade da língua”, explica o ator e diretor, em cartaz atualmente com Super Homens.

Ao longo do episódio, seu personagem muda de vilão a refugiado caçado pela máfia – era dele a filha morta.

Se o papel de Mauro foi importante – neste episódio, ele contracenou, além de Cauã, com a ótima Grace Passô –, o de Chico Nogueira, ator e fotógrafo da cena curitibana que apareceu no quarto episódio, foi ainda maior.

Na pele do alemão Jurgen, ele, que viveu na Alemanha e lá conheceu até a coreógrafa Pina Bausch (1940-2009), contrata os serviços de André para encontrar seu pai biológico, que teria fugido para o Brasil durante a guerra.

Como se tornou marca registrada do programa, reviravoltas obrigarão a mudanças de conceito: após encontrar o túmulo do pai, a dupla descobre que o pai de Jurgen era um nazista escondido no Brasil – e que estava vivo. O personagem idoso é vivido com maestria pelo nosso também local Luthero de Almeida. A revolta humanista acaba sobrepujando o interesse filial, e os dois se despedem no pior dos termos, para dizer o mínimo.

“O que eu achava que seria uma cena, descobri serem nove. Meu personagem tinha uma história de verdade, com longas falas. Tremi nas bases”, confessa o ator. Após as gravações, o resultado foi considerado excelente, ele conta. Chico agora tem a expectativa de ampliar a parceria com a Rede Globo, já com propostas na manga, mas das quais não pode falar.

O caminho que levou a ele e Mauro até a Globo foi seguido por Sandro Tueros, peruano que trabalha com teatro infantil em Curitiba desde 1998: por meio do produtor Guto Pasko, que faz um meio de campo entre atores locais e as demandas globais. De posse de gravações do quadro “Casos e Causos”, do Revista RPC, ele “vendeu o peixe” curitibano que emplacou em O Caçador.

Sandro aparecerá nos dois últimos capítulos, 13 e 14, como o capanga paraguaio Gutierrez. Há cenas de luta de alta tensão com o personagem de Cauã, além de perseguições em que o peruano foi filmado a partir de um helicóptero, dirigindo um caminhão. Para as gravações, os atores viajaram de cinco a sete vezes ao Rio de Janeiro.

Experiência

Chico, Mauro e Sandro só falam bem do contato com “o padrão Globo” de trabalho, que os surpreendeu.

“É um profissionalismo que dá uma segurança muito grande para o ator”, conta Mauro. “É como entrar na fábrica dos sonhos, com dublê e preparador corporal”, concorda Sandro.

“Até a mulher do café veio me dizer que tinha se emocionado após minha cena mais longa”, conta Chico. “Aplaudem no final… e o diretor ficou gritando o quanto estava bom. Além disso, o Cauã é muito generoso. No meio do meio do meu maior ‘bife’ [trecho longo de fala de um ator] ele decidiu não dizer as falas dele.”

Publicado em 25/05/2014 |

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Curso terá metodologia prática, com gravações de cenas individuais e em grupo em todas as aulas.

A GP7 Cinema, responsável pela produção de diversos episódios de Casos e Causos da RPCTV, abriu inscrições para turma adicional do módulo avançado do “Curso de atores para TV e Cinema” com o diretor de televisão e cinema Guto Pasko.

O curso acontecerá de 20 janeiro a 26 de fevereiro, nas segundas e quartas-feiras, no período da noite (18:45h até 22:45h), e obedecerá a uma metodologia prática, com gravações de cenas individuais e em grupo em todas as aulas.

Os alunos contarão com diversos graus de dificuldades que simulam a realidade das mais variadas produções existentes no mercado de cinema e televisão (laboratórios e jogos de personagens, monólogos, cenas de filmes, seriados e novelas).

Informações e inscrições, pelo telefone (41) 3053 0673 ou E-mail: gp7@gp7cinema.com.

Notícia publicada no site do Jornal de Londrina em 16/01/2014.
http://1pg.com.br/gp7-cinema-promove-curso-de-atores/

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Escola pode virar alternativa para quem busca mercado do Rio e de São Paulo.

Matéria publicada no Espaço 2 do Jornal do Estado em 24 de abril de 2004.

Foi-se o tempo em que a produção cinematográfica no Brasil era exclusivamente do eixo Rio – São Paulo. Atualmente, empresas paranaenses têm investido na produção de filmes e no treinamento de profissionais de cinema e TV no estado. A escola, agência e produtora curitibana Studio GP7 Brazil, sediada em Curitiba, é um exemplo. Segundo um dos proprietários, o cineasta Guto Pasko, o Paraná sempre teve tradição em teatro. No entanto, para se aprimorar em cinema e TV as pessoas tinham que migrar para outras regiões. Hoje, isso está mudando.

Para Pasko, atualmente o cinema vem se desenvolvendo no Paraná e as perspectivas para o crescimento da indústria cinematográfica no estado são bem otimistas. Em 2003 foram produzidos no Paraná 23 filmes, através de leis de incentivo à cultura. No entanto, ainda falta uma mão de obra qualificada no mercado, e muitas dessas produções utilizaram profissionais do eixo Rio – São Paulo. Segundo o cineasta, isso se deve ao fato, de haver poucas escolas especializadas em cinema localmente.

Segundo Pasko, a inserção do Paraná na rota das produções cinematográficas nacionais, depende da construção de uma cultura de aceitação da “sétima arte” no estado. “É necessário que as pessoas percebam a importância do cinema como espelho da sociedade para o fortalecimento de suas próprias identidades”. No que se refere a ensino, Pasko ressalta que é necessária uma metodologia que enfatize mais a prática do que a teoria. “A maioria das pessoas não fazem ideia do que é trabalhar com cinema e TV. É por isso que o curso que propomos contempla a realização de um filme, onde os alunos percebem as dificuldades da profissão”, conclui o cineasta.

Depois do curta Entrevista de Emprego e do longa Pensa que é Fácil? (em fase de edição), o Studio GP7 Brazil está perto de finalizar seu terceiro filme no Paraná. O longa-metragem intitulado Sociedade é caracterizado pela originalidade e polêmica com que trata a relação do homem com a sociedade. A ovra conta com a participação dos alunos da escola em todos os aspectos de sua construção e com a trilha sonora da banda curitibana Cores D Flores. Gravado em digital, o filme será possivelmente passado para película.