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Os primeiros quatro episódios da série de ficção “Contracapa” estão saindo das ilhas de edição nesta semana para o processo de finalização. Agora os episódios vão passar pelas etapas de edição de som, trilha sonora, tratamento de cor e acessibilidade. Ao todo são 13 episódios de 52 minutos cada.

As filmagens aconteceram nos meses de agosto, setembro, outubro e novembro de 2017 na cidade de Curitiba. Essa é a primeira grande série de ficção produzida no Paraná.

A estrutura narrativa da trama da série “Contracapa” tem como base o desenvolvimento de uma grande reportagem investigativa sobre um caso de armação e corrupção política, mostrando as etapas, desafios e impasses que geralmente cercam este tipo de matéria dentro de um grande jornal.

O gênero da série é o drama permeado em boas doses de suspense, pois estamos tratando de uma obra que apresenta um desenvolvimento de fatos e circunstâncias do cotidiano de um grande jornal impresso, a “Gazeta Brasileira”, compatíveis com os que acontecem (ou podem) numa redação e nos bastidores de uma grande investigação jornalística real, permeada por um conjunto de acontecimentos complicados, difíceis e tumultuosos.

Trata-se uma um Thriller de investigação, porém, ao invés de policiais, temos uma equipe de jornalistas em campo atrás dos fatos.

A série foi criada pelo jornalista e roteirista Rafael Waltrick com colaboração do roteirista e diretor Guto Pasko, que assina a direção geral de “Contracapa”. Andréia Kaláboa assina a produção e o argentino Franco Verdoia a codireção.

A produção foi financiada pelo PRODAV 12, linha do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) destinada a fomentar conteúdos para a grade de programação das TV´s Públicas. A estréia está prevista para o segundo semestre de 2018 na TV Brasil, que distribuirá o conteúdo para toda a rede pública de televisão. Seis meses após a estréia na TV aberta a série chegará na grade de programação da TV Paga também.

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Iván Bojko, protagonista do documentário de longa-metragem “IVÁN”, faleceu na noite de 23.12.2016, aos 97 anos de idade, na cidade de Curitiba.

Iván era ucraniano e veio para o Brasil como refugiado de segunda guerra mundial.

Iván Bojko vivia numa aldeia rural na Província de Ternópil no oeste da Ucrânia quando em 1942 foi sequestrado pelos nazistas e levado para campos de trabalhos forçados na Alemanha.

Após a guerra, ele não pode voltar para a Ucrânia porque naquele momento ela fazia parte da União Soviética e os russos consideravam quem estava na Alemanha como inimigo e então seu destino foi o Brasil e nunca mais conseguiu voltar para sua pátria.

A história de Iván Bojko chegou aos cinemas pelas mãos do cineasta paranaense Guto Pasko, que após receber dele seus diários de vida, decidiu produzir o longa-metragem com os percalços que o personagem passou.

O filme “IVÁN” documenta o retorno dele à sua terra natal 68 anos depois, já aos 91 anos de idade. Através do cinema, Iván Bojko ficou eternizado!

A produtora GP7 Cinema se solidariza com os familiares de Iván Bojko no Brasil e na Ucrânia. Foi uma honra contar essa história!

IVÁN BOJKO
*15.06.1919
+23.12.2016

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O filme IVÁN do cineasta paranaense Guto Pasko estreia em novembro nos cinemas brasileiros.

Abaixo as cidades com as respectivas datas e salas de exibição:

19 de novembro no Cine Odeon – Rio de Janeiro. 
26 de novembro no Espaço Itaú de Cinema – Brasília. 
26 de novembro no Espaço Itaú de Cinema – Curitiba. 
26 de novembro no Espaço Itaú de Cinema – São Paulo. 
26 de novembro no Espaço Itaú de Cinema – Porto Alegre. 
26 de novembro no Cineplus Jardim das Américas – Curitiba.

Confira a página do filme no Facebook: https://www.facebook.com/ivanfilme/

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Guto Pasko, Notícias

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Filme “Iván” retrata história real de refugiado que retorna à Ucrânia após 68 anos longe da família.

Iván Bojko é um sobrevivente da Segunda Guerra Mundial. Nascido na Ucrânia, foi tirado à força de seu país em 1942 pelos nazistas para fazer trabalhos forçados na Alemanha. Em 1948 conseguiu imigrar para o Brasil, tornando-se apátrida. Desde então, não pôde retomar contato com seus familiares devido ao bloqueio imposto pelo regime político dos russos em seu país – um novo conflito entre os dois países retornou aos noticiários mundiais nos últimos tempos.

68 anos depois, ele retornou. Este comovente reencontro com o seu país, sua família e seu passado é retratado no filme “Iván”, que conta a história real de um refugiado, baseada nos diários escritos pelo próprio Iván Bojko, que tinha 91 anos quando voltou a pisar em solo ucraniano.

“Iván” tem direção de Guto Pasko, experiente realizador paranaense, que é descendente de ucranianos, e abordou o tema imigração em outros títulos de sua filmografia, tais como “Made in Ucrânia – Os Ucranianos no Paraná”, “A Colônia Cecília” (neste caso, sobre imigrantes italianos) e “O Herói de Cruz Machado” (poloneses).

O filme recebeu premiações no Festival de Cinema  de Maringá, Florianópolis Audiovisual Mercosul, Fest Cine Goiânia, além de ser exibido nos festivais de Brasília, Mostra Tiradentes, Olhar de Cinema (Curitiba), Cinesul , FENAVID (Bolívia), Festival Cinematográfico de Montevideo (Uruguai) e Festival Latino-Americano de Cinema de Trieste (Itália).

“Iván” é uma realização da GP7 Cinema, com produção de Andréia Kaláboa, patrocinado pela Petrobras, com a distribuição da Moro Filmes através do Edital do FSA para distribuição.

Esta semana marca o lançamento do trailer oficial deste longa-metragem.

Página oficial: ivanfilme.com

Página no Facebook: www.facebook.com/ivanfilme

Trailer:

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Festivais, Guto Pasko, Notícias

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Mostra da Caixa exibe filmes paranaenses.

Procurando Cris McClayton, de Guto Pasko, é um dos destaques.

Matéria publicada no Caderno G do jornal Gazeta do Povo em 30.01.2015.

A Caixa Cultural Curitiba apresenta de hoje até domingo uma mostra com toda a produção de filmes paranaenses entre 2011 e 2015 que contaram com incentivo do banco federal através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba.

Ao todos são sete filmes – três curtas-metragens de ficção e quatro documentários em longa-metragem realizados por cineastas paranaenses. Cada sessão exibe um curta e um documentário.

Entre os curtas-metragens estão Amor Fati, de Marcelo Munhoz; Sabor, de Gil Baroni; e Preto Pálido, de Diego Florentino.

O destaque entre os longas-metragens é Procurando Cris McClayton, que apresenta a carreira de Pedro Luis Schoemberger –o cantor que gravou o primeiro disco de rock de Curitiba, nos anos 1960.

Na década seguinte, rebatizado de Cris McClayton, fez parte da leva artistas brasileiros fizeram sucesso cantando em inglês e usando nomes estrangeiros. O filme é dirigido por Guto Pasko, que também assina o longa Clube dos Solitários, que retrata a história de um programa de rádio de Curitiba que dava conselhos sentimentais aos ouvintes.

A mostra também exibe Iê: Capoeira em Curitiba, filme de Geslline Giovana Braga, Liliana Porto, Miguel Novicki e Otavio Zucon sobre a prática e a cultura da arte/jogo/luta na cidade; e o elogiado Quem Quer ser um Documentário, de Beto Carminatti, em que pessoas comuns justificam, em frente à câmera, por que suas histórias de vida merecem virar um filme.

Por Sandro Moser

http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?id=1529298&tit=Mostra-da-Caixa-exibe-filmes-paranaenses-

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Guto Pasko, Notícias

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Nesta sexta-feira, dia 7, às 20 horas, no Cine Guarani (Av. República Argentina, 3430, Portão, Curitiba/PR), acontece o lançamento do documentário longa-metragem “Procurando Cris McClayton” que resgata a carreira do cantor Pedro Luis Schoemberger, o cantor que gravou o primeiro disco de rock de Curitiba.

Para resgatar a trajetória de Cris McClayton, os jornalistas Antonio Carlos Domingues e Ulisses Iarochinski produziram o filme, que tem direção do cineasta paranaense Guto Pasko e foi viabilizado através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, contando com incentivo da Caixa Econômica Federal.

Cenário musical

Nos anos 70, cantores brasileiros fizeram sucesso cantando em inglês usando nomes artísticos estrangeiros. Fábio Júnior era conhecido como Mark Davis e Uncle Jack, José Pereira da Silva era Christian, Ralf era Don Elliot, Jessé foi Christie Burgh e Tony Stevens, Ivanilton de Souza Lima ganhou destaque como Michael Sullivan e Maurício Alberto Kaiserman teve sucesso mundial como Morris Albert. Além desses cantores ainda tivemos os conjuntos Pholhas e Light Reflections.

No meio deste time de estrelas, aventurou-se o cantor curitibano, Pedro Luiz Schoemberger ou Cris McClayton. Em 1973, ele gravou um compacto simples pela RCA Victor com as músicas “Longe de você” e “Bye, bye Rosemarie”. A música em inglês fez tanto sucesso nos programas de rádio e TV, que alçou o curitibano aos primeiros lugares dsa paradas de sucesso por três anos consecutivos e garantiu a Cris grande exposição de mídia. No auge da carreira, o cantor apresentou-se em casas de shows no Japão.

A carreira de Cris, assim como subiu rapidamente, também declinou vertiginosamente. O cantor continuou conhecido apenas no restrito circuito dos profissionais antigos da música curitibana. Na capital paranaense, Cris participou como “crooner” de vários conjuntos e cantou em vários espaços da cidade. Durante anos foi a principal atração do restaurante dançante Toscana, em Santa Felicidade.

Inicialmente pensada para ser contada num curta-metragem, a história do cantor acabou virando um longa, como explica Antonio Carlos: “durante as pesquisas e coleta dos depoimentos acabamos tomando contato com um personagem muito maior do que imaginávamos. Como exemplo, acabamos descobrindo que o Cris gravou o que é considerado o primeiro disco de rock do Paraná, um compacto simples com a música ‘Você mentiu pra mim’, de autoria de Dirceu Graeser”.

A trajetória do cantor

Batizado como Pedro Luis, o cantor iniciou a carreira com o nome artístico de Cristiano. Trilhou praticamente o mesmo caminho da maioria dos artistas nacionais. Começou cantando para os amigos, passou por programas de calouro, gravou disco e ganhou projeção nacional ao ir cantar na noite paulistana.

Em São Paulo, a convite do apresentador Antonio Aguillar, participou da sensação televisiva do momento, o programa “Reino da Juventude”. Depois de ter gravado uma música num disco de coletâneas da gravadora Copacabana, gravou seu primeiro longplay pela Chantecler.

Logo depois foi contratado pela gravadora RCA Victor, e em seguida foi para BMG, companhia em que gravou, já como Cris McClayton, o compacto que estourou nacionalmente com a música “Bye Bye Rose Marie”. E no lado B, a música “Descendo o Rio”, ambas composições de Cyro Aguiar e Luiz Roberto.

Ulisses Iarochinski lembra do furor que tomou conta da pequena Monte Alegre (Telêmaco Borba) quando o disco de “Pedro Loco” (como era conhecido) chegou às lojas. Em poucos minutos o lote de compactos desapareceu. Alguns amigos mais próximos receberam pelo correio, o disco autografado por Cris MacClayton, como presente. Mais tarde Iarochinski, embora muito mais jovem, teve a companhia de Pedro Luiz, o irmão do ator Mário Schoemberger, por um ano, no curso de jornalismo da UFPR. “Mas o Pedro Loco, de Monte Alegre, assim como chegou, sumiu do curso. Porém deu tempo para reconhecer o amigo de infância dos meus tios e ver nele o famoso cantor dos anos 70”, conta Iarochinski.

Após forte desilusão amorosa, Cris abandonou o cenário nacional e retornou a Curitiba. Na opinião do jornalista Luiz Augusto Juk, amigo de infância do cantor, ele era um artista completo. “O Pedro tinha tudo para fazer sucesso nacional. Ele possuía uma voz única, cantava muito bem, tinha presença de palco, estava no local certo (São Paulo), no momento certo, e abandonou tudo de uma hora para outra, para vir cantar num restaurante dançante em Curitiba. Acho que a personalidade conflitante do ‘Pedro Loco’, que era assim que ele era conhecido em Harmonia (distrito de Telêmaco Borba), ajuda a explicar um pouco”, finaliza o jornalista.

Pedro Luis Schoemberger faleceu em 15 de maio de 2012.

SERVIÇO
Lançamento do documentário “Procurando Cris McClayton
Local: Cine Guarani (Av. República Argentina, 3430, Portão)
Data: Dia 7 de novembro
Hora: 20h
Entrada Franca
Informações: (41) 3321-3252

Mais informações do filme em: http://gp7cinema.com/produ%C3%A7%C3%B5es/procurando-cris-mcclayton/

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Casos e Causos, Notícias

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Nascida em Prudentópolis, Andréia Kaláboa veio para Curitiba em busca de uma formação profissional. Graduada em Rádio e TV pela Universidade Tuiuti Do Paraná e Pós-Graduada em Formação Executiva para Cinema e Televisão, pela Universidade Positivo, atualmente Andréia trabalha como produtora executiva e diretora em audiovisuais. Entres seus principais trabalhos estão os documentários “Olhares” e “Quadrúpede” e vários episódios do Casos e Causos da RPC TV, como por exemplo “Teatro de Sombras”, “O Taxista”, “O Casamento de Dalila” e “Chá das Cinco”.

Confira a entrevista de Andréia Kaláboa na integra para o Programa Cine Ó no link abaixo:

http://www.otv.tv.br/programa/cine-o/andreia-kalaboa-fala-sobre-o-curta-cha-das-cinco/

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Guto Pasko, Notícias

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O documentário de longa-metragem “Sim, também somos ucranianos”, dirigido por Guto Pasko e Andréia Kaláboa, terá quatro exibições em rede nacional na emissora por assinatura CINEBRASil TV e a estréia será neste sábado, 06 de setembro, as 22h30. As outras exibições serão nos dias 12, 17 e 24 de setembro de 2014.

O filme retrata o encontro com a Ucrânia de hoje, através dos descendentes que vivem no Brasil em uma imersão no histórico-cultural do cotidiano desse país e seu povo, que não abandonou suas crenças e tradições.

A imigração ucraniana para o Brasil teve início no ano de 1891, com a chegada ao Estado do Paraná de oito famílias de imigrantes provenientes da cidade de Zolotiv, Província de Lviv, região oeste da Ucrânia. Na sequência, tivemos mais três grandes levas de imigração para o país.

120 anos depois da chegada dos primeiros imigrantes, um grupo de 186 brasileiros, a maioria descendentes destes imigrantes ucranianos, retorna ao país de origem de seus antepassados para comemorar esta data simbólica, que coincidiu com as comemorações dos 20 anos de Independência da Ucrânia.

No encontro com a Ucrânia de hoje, muita alegria, emoção e surpresas. Uma verd adeira imersão histórico-cultural no cotidiano desse país e seu povo, que apesar de sempre ter sido subjugado, jamais abandonou suas crenças e tradições.

E esta identidade ucraniana é arduamente mantida até hoje pelos descendentes que vivem no Brasil, que têm muito orgulho em dizer: “Sim, também somos ucranianos!”

Datas das Apresentações

Datas Horários

sábado, 06/09/2014 – 22h30

sexta-feira, 12/09/2014 – 15h15

quarta-feira, 17/09/2014 –  23h55

quarta-feira, 24/09/2014 – 09h45

A CINEBRASiLTV opera em rede nacional pelas operadoras SKY – 184 e GVT – 108. Também é possível sintonizar a emissora no Paraná em várias outras operadoras. Confira quais no link: http://cinebrasil.tv/index.php/pr/?estado=PR

O documentário é uma realização da GP7 Cinema, Dnipro Gold e Representação Central Ucraíno Brasileira – RCUB.

Sobre o filme:

Longa-metragem
Documentário | Cor | 71’ | 2013

Equipe Principal

Direção
GUTO PASKO
ANDRÉIA KALÁBOA

Roteiro
GUTO PASKO

Produção Executiva
ANDRÉIA KALÁBOA
GUTO PASKO

Direção de Produção
EDSON WISTUBA
SÉRGIO J. MACIURA
VITÓRIO SOROTIUK

Montagem
GUTO PASKO
HEIDI PETERS

Edição de Som
ELENTON ZANONI