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Nascida em Prudentópolis, Andréia Kaláboa veio para Curitiba em busca de uma formação profissional. Graduada em Rádio e TV pela Universidade Tuiuti Do Paraná e Pós-Graduada em Formação Executiva para Cinema e Televisão, pela Universidade Positivo, atualmente Andréia trabalha como produtora executiva e diretora em audiovisuais. Entres seus principais trabalhos estão os documentários “Olhares” e “Quadrúpede” e vários episódios do Casos e Causos da RPC TV, como por exemplo “Teatro de Sombras”, “O Taxista”, “O Casamento de Dalila” e “Chá das Cinco”.

Confira a entrevista de Andréia Kaláboa na integra para o Programa Cine Ó no link abaixo:
http://www.otv.tv.br/programa/cine-o/andreia-kalaboa-fala-sobre-o-curta-cha-das-cinco/

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“Chá das Cinco” é uma comédia escrita por Vandré Segantini, roteirista que gosta de escrever materiais de humor. Na sua segunda experiência com o Casos e Causos (a estreia de Vandré noCasos foi com o episódio “Cadê o Montador?”, exibido em março), o autor adapta uma história de Kid Azevedo.

“Desde muito cedo eu gosto de escrever comédias. Sou inspirado pelo humor contemporâneo, como os stand-ups e os sitcoms norte-americanos”, diz. Na missão de dar sentido e graça às histórias, Vandré explica que grande parte do trabalho é dar o dom certo às piadas para que elas fiquem engraçadas. As influências são perceptíveis naquele que é o principal cenário de “Chá das Cinco”, e que desenrola a história. Numa mesa, os seis personagens trocam diálogos, de onde surgem as tiradas.

“Chá das Cinco” coloca em cena uma tradicional família inglesa, que imigrou para o Brasil, e recebe o que parece ser um presente inesperado de uma avó, que ficou na velha Inglaterra.

Chá com Copa

“Chá das Cinco” se passa exatamente no dia da final da Copa do Mundo de 1970, em que o Brasil foi tricampeão mundial. Vandré revela que esse detalhe não fazia parte do filme.

“No começo, a história se passava nos tempos atuais, em 2014. Mas como acabamos precisando alterar o final da história, isso foi mudado”, diz. Vandré conta que teve, numa noite, o estalo para resolver o problema do final: “Eu pensei em colocar a história em 1970, no dia da final da Copa, em referência à Copa que vai começar nesta semana. Com isso, resolvemos o final, mas precisamos alterar algumas circunstâncias do roteiro como um todo”.

Normalmente, colocar uma história no passado acaba criando grandes obstáculos. Mas isso não foi problema para Vandré que, além de roteirista, leciona História na rede pública de ensino. “Eu gosto muito de pesquisar. Assim que definimos que a história se passava em 1970, fui pesquisar referências sobre Londres e o Brasil da época”, diz, empolgado. Do outro lado da conta, a equipe de produção precisou investigar outras referências, que dessem conta, principalmente, do figurino e dos objetos usados em cena.

Publicado em 11/06/14 por Redação
Fonte: http://redeglobo.globo.com/platb/rpctv-revistarpc/2014/06/11/cha-com-copa-do-mundo-no-casos-e-causos/