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Guto Pasko, Notícias, Projetos

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A série de TV ficção com 13 episódios de 52 minutos teve inicio no começo de fevereiro com a inauguração da nova sala de roteiros da GP7 Cinema, preparada especificamente para servir aos roteiristas parceiros no processo criativo e de desenvolvimento dos projetos de séries e filmes da produtora.

Para aprimorar as tramas, desenvolver o arco definitivo e escrever todos os roteiros da primeira temporada de “Contracapa”, que narra os bastidores da construção da notícia a partir do jornalismo investigativo, o criador e Roteirista Chefe Rafael Waltrick, conta com uma equipe de mais 04 roteiristas na sala: Tiago Lipka, Marçal do Carmo, Fernando Marés de Souza e Guto Pasko.

A estrutura narrativa da trama da série tem como base o desenvolvimento de uma reportagem investigativa, mostrando as etapas, desafios e impasses que geralmente cercam este tipo de matéria dentro de um grande jornal.

O enredo está centrado no trabalho de uma equipe de jornalistas de um tradicional jornal impresso, em crise de credibilidade e financeira, que se vê em perigo ao tentar investigar um grande esquema de corrupção que envolve a produção sistemática de dossiês com o vazamento misterioso de informações sigilosas de inquéritos criminais que podem desvelar um escândalo de corrupção, comprometendo políticos e outras pessoas influentes, incluindo o próprio veículo de imprensa em que trabalham os jornalistas.

“Contracapa” não trará à tona somente o que acontece nos bastidores da criação das notícias dentro de uma Redação de um jornal, mas também mostrará o dia-a-dia, as apreensões, anseios e dilemas que cercam os profissionais que trabalham em um grande veículo de comunicação. Os protagonistas da série possuem afinidades, mas também diferentes maneiras de enxergar o trabalho jornalístico, o que também os colocará em conflito um com os outros em vários momentos.

A série está sendo produzida com investimentos do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA/BRDE. O projeto foi selecionado na linha PRODAV 12, que visa a produção de conteúdo audiovisual para abastecer a grade de programação das TV´s Públicas Brasileiras, que serão a primeira janela de exibição em rede nacional, através da distribuição do conteúdo em rede via EBC/TV Brasil.

É a primeira vez que uma produtora independente do Estado do Paraná produz uma série de TV ficção nesse porte para o mercado de TV aberta. Posteriormente, a produtora pretende licenciar a obra para outros players do mercado, como emissoras de TV pagas e serviços de Streaming de vídeo.

Ainda no mês de fevereiro será dado inicio ao processo de pesquisa de elenco e os testes e escalação dos atores acontecerão no decorrer do mês de março. As filmagens estão programadas para acontecerem entre os meses de junho e setembro de 2017 na cidade de Curitiba.

Quem assina a Direção Geral da série é o cineasta paranaense Guto Pasko e a Produção Executiva é de Andréia Kaláboa.

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Um Brasil diferente. Um Brasil estrangeiro. Um “Brazil Made in Paraná”. Essa é a Logline da nova série documental da GP7 Cinema que terá direção geral de Guto Pasko.

A série é um Road Movie e terá 10 episódios de 26 minutos e cada um deles falará de uma etnia específica. São muitos povos que colonizaram o Paraná e trouxeram na bagagem sua cultura, costumes e tradições, e vivificam no presente, o passado destes povos. A equipe de produção vai viajar pelo Estado para observar, ouvir, sentir e imprimir na tela essa atmosfera estrangeira. Quem circula pelo Paraná vai sendo abduzido por esse universo estrangeiro.

O piloto da série será filmado em 2017 com recursos do Edital de Arranjos Regionais do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA/BRDE em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba.

No mês de março de 2017 a GP7 Cinema estará no Rio Content Market participando das Rodadas de Negócios na busca por uma emissora parceira para a coprodução e difusão do conteúdo.

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A série ficcional com 13 episódios de 52 minutos da GP7 Cinema de Curitiba sobre “jornalismo investigativo” foi selecionada na segunda edição da Chamada Pública para Produção de Conteúdos para as TVs Públicas – PRODAV 12/2015 – dentro do Programa Brasil de Todas as Telas.

O Programa Brasil de Todas as Telas é uma iniciativa da Agência Nacional do Cinema (Ancine), em parceria com o Ministério da Cultura (MinC) e com a colaboração do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que tem como objetivo expandir o mercado interno e universalizar o acesso da população aos serviços audiovisuais, com investimento em produção, distribuição e programação de conteúdos.

Para esta linha de produção de conteúdo foram destinados R$ 60 milhões do FSA, divididos em cinco editais regionais abertos simultaneamente, cada um deles no valor de R$ 12 milhões, que resultou na seleção de 57 propostas, sendo três delas no Paraná – duas em Curitiba e uma em Londrina.

A produtora GP7 Cinema irá receber R$ 3,7 milhões de investimento do FSA para produzir a série, que será filmada no primeiro semestre de 2017 na cidade de Curitiba.

Segundo Guto Pasko, sócio da GP7 Cinema, os projetos selecionados nessa chamada pública e o aporte financeiro destinado para as produções trarão recursos que movimentarão toda a cadeia produtiva do setor audiovisual paranaense.

“Editais como esse potencializam o mercado local e facilitam o acesso de produtoras de fora do eixo Rio – São Paulo às grandes emissoras, principalmente os canais fechados que, após a Lei 12.485/2011, precisam exibir no mínimo três horas e meia por semana de programação com conteúdo produzido no Brasil. Nosso desafio é tentar trazer o máximo de recursos para fomentar a produção paranaense e ajudar a abastecer essa demanda também”, afirma Guto Pasko.

A série é resultado da parceria criativa do jornalista e roteirista Rafael Waltrick e do diretor e roteirista Guto Pasko. As tevês públicas serão a ‘primeira janela’ para o seriado, que depois poderá ser licenciado para canais abertos e fechados, no Brasil e no exterior.

Resumo do enredo:

“Equipe da velha-guarda de jornalistas de um importante jornal impresso em crise financeira e de credibilidade, tenta apurar um esquema de corrupção que envolve a produção de dossiês políticos, vazamento de informações sigilosas e investigações criminais para comprometer pessoas específicas”.

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Aldeia Natal“, o novo projeto de longa-metragem do cineasta paranaense Guto Pasko, sobre o processo de aculturação da sua própria família, foi selecionado para participar do Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting,  que é um espaço e plataforma de rede de contatos e negócios para o cinema brasileiro em intercâmbio com o mundo.

O evento de mercado do cinema brasileiro acontece durante a 9ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte (15 a 22 de outubro de 2015).

Nesta edição, além dos convidados do Brasil, participam 21 convidados internacionais representativos da indústria audiovisual mundial de 11 países – Alemanha, Argentina, Chile, Colômbia, França, Noruega, Estados Unidos, Suíça, Uruguai, Espanha e Brasil que desembarcam na capital mineira para participar das diversas atividades promovidas pelo evento.

Foram selecionados 10 projetos de ficção e 05 de documentários. Todos os projetos e seus respectivos realizadores e produtores vão se encontrar com os profissionais da indústria internacional para defender suas propostas e expor a criatividade e o empenho diante da possibilidade de desenvolver seus filmes em coprodução.

O projeto “Aldeia Natal” da GP7 Cinema será representado no Brasil CineMundi por Guto Pasko, diretor e roteirista do filme, e por Andréia Kaláboa, produtora do longa-metragem.

A expectativa dos organizadores do Brasil CineMundi é que esta iniciativa contribua para a concretização de coproduções provenientes diretamente dos encontros organizados ou que, através destes encontros e discussões, promova-se o fortalecimento de uma rede de contatos entre os profissionais presentes, com possíveis frutos em um futuro próximo.

Integra a equipe de colaboradores , os produtores da Alemanha Paulo de Carvalho e Gudula Meizolt, a produtora francesa Severine Roinssard e o crítico de cinema Pedro Butcher.

Ao final do encontro, um júri formado por realizadores e produtores vai eleger o melhor projeto de longa brasileiro em fase de desenvolvimento que será premiado com materiais e serviços oferecidos pelos parceiros do Brasil CineMundi e participação em eventos de mercado internacionais, parceiros do Brasil CineMundi – Torino Film Lab (novembro) Ventana Sur (dezembro) e Cinelatino – Toulouse (março 2016).

 

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A série documental “Um lugar para chamar de CEU” será produzida pela GP7 Cinema, com produção executiva de Andréia Kaláboa e direção de Guto Pasko e Amarildo Martins.

O Programa Brasil de Todas as Telas lançou uma Linha de Produção de Conteúdos destinados às TVs Públicas com investimento de R$ 60 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA, que resultará em 250 horas de programação inédita para quase 200 canais dos segmentos comunitário, universitário e educativo e cultural do Campo Público de Televisão, com o objetivo de regionalizar a produção de conteúdos audiovisuais independentes.

Foram abertos cinco editais em todo o Brasil, o que resultou na participação de 26 unidades federativas e 768 propostas inscritas – maior número já alcançado por uma linha do  FSA. Na Região Sul foram selecionadas 18 propostas, sendo 06 do Rio Grande do Sul, 09 do Paraná e 03 de Santa Catarina. 

Sobre o projeto “Um lugar para chamar de CEU”.

Todos os anos centenas de jovens da periferia de várias partes do Brasil chegam à Curitiba para iniciar o Ensino Superior. Muitos deles, de família humildes, vão morar na C.E.U. – Casa do Estudante Universitário do Paraná, que é considerada a maior casa de estudantes autônoma da América Latina. Fundada em 1948, a fundação é mantida e administrada pelos próprios moradores, todos estudantes  e oriundos de outras cidades.

A série documentário “Um Lugar Para Chamar de CEU” irá contar a história e as experiências de 5 destes jovens que vivem na C.E.U, cada um em um estágio diferente na universidade e na vida, todos de lugares diferentes do Brasil, mas com o mesmo objetivo: fazer uma faculdade e mudar suas histórias pessoais e familiares.

O idealizador deste projeto e personagem central da série é Amarildo Martins, que residiu na CEU até 2014.

Amarildo é originário de Foz do Iguaçu, na fronteira com o Paraguai. É um dos 4 filhos de Santo Algeni Martins, cobrador de ônibus. A mãe de Amarildo faleceu quando ele tinha 3 anos. Seu Santo, tendo que trabalhar muito para sustentar as crianças sozinho, desde cedo sempre foi muito preocupado em mantê-los ocupados, longe da marginalidade que cercava o bairro periférico em que viviam em Foz do Iguaçu. Como alternativa, desde cedo ocupou os filhos com diversos cursos. Aos 7 anos de idade Amarildo já participava de um coral na escola municipal em que estudava. Nesta mesma escola teve os primeiros contatos com a música: violão e bateria. Depois com as artes plásticas. Aos 12 anos, quando já estava na 6a. Série, Amarildo teve o primeiro contato com o teatro, através de um projeto social da prefeitura e se manteve no grupo até sair da cidade no final de 2009, justamente para tentar uma vaga no Ensino Superior Público em Curitiba.

Na capital paranaense, foi morar na CEU e começou seus estudos na UFPR (Universidade Federal do Paraná) no curso de Tecnologia em Produção Cênica. Conheceu alguns estudantes do curso de cinema na FAP (Faculdade de Artes do Paraná) e passou a produzir curtas juntos, em parceria.

Em 2011, na UFPR, Amarildo teve contato  com o cineasta Guto Pasko e foi convidado para ser assistente de produção na minissérie de ficção de época “Colônia Cecília – Uma História de Amor e Utopia”, produzida pela GP7 Cinema para a RPCTV (Globo/PR) e com direção de Guto Pasko. Começava ali a trajetória profissional no audiovisual. Logo após a minissérie, no inicio de 2012, Amarildo começou a trabalhar de forma efetiva na produtora de cinema. Desde então participou da produção de várias obras audiovisuais profissionais de longa metragens e episódios de TV, desempenhando as funções de assistente de produção, diretor de produção, assistente de produção executiva e assistente de direção.

Em 2013, Amarildo teve o seu primeiro projeto de curta-metragem aprovado na Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba, no qual foi diretor, roteirista e produtor. Trata-se do curta de ficção “Quarto 411”que retrata o universo de um jovem estudante morador da CEU. O filme foi selecionado para diversos festivais nacionais e internacionais.

Atualmente Amarildo está concluindo a pós-graduação em Cinema na Faculdade de Artes do Paraná e finalizando o média-metragem “3 por 1″, filme de conclusão de curso, que ele dirigiu junto com o também estudante Marcos de Bona.

“Um lugar para chamar de CEU” apresentará, em 5 episódios de 26 minutos, a trajetória de vida de Amarildo e mais 4 ceuenses, que através da educação buscam o seu lugar no mundo, um lugar para chamar de seu.

Personagens da Série

AMARILDO JOSÉ MARTINS – Graduado em Produção Cênica e Pós-Graduando em Cinema, ex-morador da CEU, proponente,  codiretor e personagem condutor deste projeto. Natural de Foz do Iguaçu/PR.

ANA PAULA CECERE SANTANA – Caloura de Enfermagem na Universidade Federal do Paraná. Foi admitida na última banca de seleção da CEU. Natural de Borrazópolis/PR.

WELLINGTON CASSIANO – Estudante Bolsista do PROUNI em Engenharia Mecânica na PUC/PR. Reside na CEU há 2 anos. Natural de Volta Redonda/RJ.

PATRÍCIA DE LIMA WALTRICK – Estudante Bolsita do PROUNI em Teatro na PUC/PR. Passou na primeira banca feminina da CEU em 2014. Natural de Rio Negrinho/SC.

LUIS LEMOS – Estudante Bolsista do PROUNI em Psicologia na Universidade Tuiuti do Paraná. Reside na CEU há 5 anos e é o atual presidente da instituição. Natural de Sorocaba/SP.

CEU – Casa do Estudante Universitário do Paraná. Instituição que abriga cerca de 300 estudantes carentes em Curitiba. É o ponto unificador entre todos os personagens. Fundada em 1948 é administrada e mantida pelos próprios moradores.

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O roteiro de longa-metragem ficção “Sereis Uma Só Carne” (Amélia) da produtora GP7 Cinema foi selecionado para o 5o. Laboratório Novas Histórias – Programa SESC/SENAC de Desenvolvimento de Roteiros.

Esse é um projeto idealizado por Andréia Kaláboa, sócia da GP7 Cinema. “Sereis Uma Só Carne” será sua estréia na direção em longa-metragem ficção. Kaláboa tem um vasto currículo como produtora cinematográfica. São 9 longas, 2 minisséries, 4 telefilmes e 21 episódios de TV produzidos para a RPCTV (Globo/PR).

O argumento e escaleta da história foi desenvolvido por Andréia Kaláboa a partir de ideia original dela e de Camille Rangel, inicialmente intitulado de “Amélia”, nascida numa disciplina de roteiro na graduação de Rádio e TV feita por ambas na Universidade Tuiuti do Paraná – UTP. Depois o projeto passou por um primeiro processo de Pitching sob a orientação de Victor Lopes, dentro de uma Pós-Graduação em Formação Executiva em Cinema e Televisão cursada por Andréia Kaláboa na Universidade Positivo em Curitiba numa parceria com FGV, onde pode ser testado o potencial da história.

A partir disso, o roteirista Tiago Lipka escreveu o Primeiro Tratamento do Roteiro, ora selecionado. Lipka é também roteirista em outros projetos da GP7 Cinema,  como no longa-metragem ficção “Entrelinhas”, que ele assina junto com Rafael Monteiro, projeto inspirado em fatos reais ocorridos no Paraná no período da ditadura militar, o qual foi selecionado na última Edição do Petrobrás Cultural e neste momento encontra-se em fase de captação de recursos complementares para a sua produção, filme este que terá a direção do cineasta paranaense Guto Pasko e a perspectiva de filmagens é para o segundo semestre de 2016.

Agora a dupla de roteiristas Tiago Lipka e Andréia Kaláboa terá a oportunidade de aprimorar a história de “Sereis Uma Só Carne” no 5o. Laboratório Novas Histórias de Roteiros.

O Laboratório Novas Histórias é um projeto idealizado e organizado por Carla Esmeralda, e faz parte do Programa Sesc/Senac de Desenvolvimento de Roteiros, uma iniciativa conjunta do Sesc São Paulo e do Senac São Paulo voltada para o desenvolvimento de roteiros e o aperfeiçoamento do ofício do roteirista no Brasil.

Com o objetivo de oferecer a jovens roteiristas brasileiros a oportunidade de um espaço de encontro com especialistas do mercado brasileiro e do mercado internacional para a troca criativa de ideias e experiências sobre a arte de escrever uma história para o cinema, o Laboratório Novas Histórias é voltado a roteiristas estreantes ou não estreantes com até 1 (um) longa-metragem produzido na função de roteirista e/ou de diretor.

O Laboratório Novas Histórias terá sua quinta edição realizada entre os dias 06 e 09 de outubro de 2015 no Grande Hotel Campos do Jordão – Hotel-Escola Senac, com evento de abertura no dia 05 de outubro e evento de encerramento no dia 10 de outubro, ambos gratuitos e abertos ao público e realizados no CineSesc, em São Paulo.

Sobre “Sereis Uma Só Carne”.

O pano de fundo da história é a relação entre quatro paredes de Amélia e Sérgio, revelando a rotina, o marasmo e os segredos da vida sexual do casal, que são evangélicos. O roteiro trabalha principalmente com o subtexto das personagens, que vivem num mundo de fé, fantasias e realidade.

Na foto de capa, Tiago Lipka e Andréia Kaláboa.

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Pelo terceiro ano consecutivo a produtora estará presente no maior evento do mercado audiovisual da América Latina, participando das Rodadas de Negócios com importantes emissoras de televisão.

Neste ano a GP7 Cinema estará representada pelo Cineasta e Roteirista Guto Pasko e pela Produtora Executiva Andréia Kaláboa, sócios-diretores da produtora paranaense.

Projetos

Na pauta de reuniões já agendadas com os players de mercado nas Rodadas de Negócios,  a GP7 Cinema estará negociando a produção de três projetos de séries de TV desenvolvidos pela equipe de roteiristas da produtora nos últimos 12 meses. A produtora também está buscando parcerias com fortes Distribuidoras cinematográficas para os seus projetos de longas-metragens, além de estreitar relações com outros produtores nacionais e internacionais, visando parcerias futuras de coprodução.

O Evento

O RioContentMarket é um mercado internacional sobre produção de conteúdo audiovisual aberto a toda a indústria de televisão e mídias digitais.Em apenas quatro edições, o evento consolidou-se como um dos maiores do mundo dedicado a negócios e exposição de conteúdo audiovisual. Por suas salas já passaram mais de 10.000 participantes, entre executivos, produtores e profissionais da indústria audiovisual de mais de 36 países, que vieram apresentar ideias, cases e modelos de negócios relevantes para o desenvolvimento de parcerias e coproduções ou realizar reuniões de negócios.

No palco, já estiveram nomes com importantes atuações no mercado, com destaque para Dan B. Weiss (Game of Thrones), Gideon Raff (Hatufim/Homeland), Mark Gatiss (Sherlock e Doctor Who), David Chase (Família Soprano), Jack Bender (Lost) e David Shore (House), entre os mais de 800 palestrantes das quatro primeiras edições. A indústria audiovisual brasileira também abraçou o RioContentMarket, que deu espaço a nomes importantes em dramaturgia e narrativa, como Cláudio Torres (Mulher Invisível), Cao Hamburger (Pedro e Bianca) José Luis Villamarim e George Moura (Amores Roubados), Bráulio Mantovani, Carol Kostcho e Rogério Gomes (A Teia), Marcelo Tas e os renomados fotógrafos Affonso Beato e Walter Carvalho, entre outros criadores; além de executivos da totalidade dos canais de TV aberta e por assinatura em atuação no Brasil.

Mais de 500 compradores participaram de reuniões organizadas nas rodadas de negócios, oportunidade em que as produtoras apresentam projetos de diversos gêneros e formatos, tais como séries e programas de TV, longas, reality shows e outros produtos a potenciais compradores de conteúdo audiovisual.

Realizado pela Associação Brasileira de Produtoras Independentes de TV (ABPITV), organizado e promovido pela Fagga | GL events Exhibitions e com a curadoria da Esmeralda Produções, o RioContentMarket consagrou-se como palco das negociações entre players do mercado brasileiro e mais de 500 produtoras independentes, e colocou sua marca entre os grandes eventos de negociação e conteúdo no mercado internacional.

A quinta edição do RioContentMarket traz palestras e keynotes de exposição de conteúdo, reuniões previamente agendadas em rodadas de negócios e apresentações de projetos em pitching, distribuídas em sete salas e amplos espaços de networking. Os encontros de negócios ainda acontecem nas áreas de exposições para stands, lounges de convivência, terraços ao ar livre e salas privativas para patrocinadores e expositores.

RioContentMarket

O RioContentMarket acontecerá no Hotel Windsor da Barra da Tijuca:

Avenida Lúcio Costa, 2630 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. CEP 20031-204 Telefone: (21) 2195-5000

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O MUNDO DE ARLEQUIM – PRÁTICA, TEORIA E HISTÓRIA DA COMÉDIA DELL’ARTE.

Projeto visa a produção de um “Vídeo Didático sobre a Comédia Dell´Arte” com duplicação em DVD.

É uma parceria entre a produtora GP7 Cinema, Grupo Arte da Comédia e o diretor e ator italiano Roberto Innocente.

O vídeo será uma espécie de manual prático – teórico dividido em três capítulos de aproximadamente 30 minutos cada.

A realização do vídeo será baseada no “MANUAL MINIMO DE COMÉDIA DELL’ARTE” por Roberto Innocente, especialista em Comédia Dell’Arte e atualmente radicado em Curitiba. Ele também será o diretor de todas as encenações com atores necessárias para o vídeo.

Os atores e atrizes que farão as personagens do vídeo são todos integrantes do “Grupo Arte da Comédia” especializado nesse gênero, o qual foi fundado e é dirigido por Roberto Innocente.

Ele também é o tradutor dos textos de repertorio clássico da Comédia Dell’Arte do italiano para o português  e autor de todos os textos que estarão no vídeo. A parte de produção em audiovisual será dirigida pelo cineasta Guto Pasko.

A partir de agora, o projeto já pode iniciar o processo de captação de recursos via renúncia fiscal do ISS e IPTU.

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O novo filme de longa-metragem ficção do diretor paranaense Guto Pasko será um recorte histórico da luta contra a ditadura e pela construção da liberdade e democracia no Brasil a partir do Paraná.

Resumo do Projeto: 

Em 1971, Beatriz, 17 anos, sai de casa em Curitiba para fazer uma entrevista de emprego numa estatal. Ao chegar, quem a aguarda são policiais do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) de Curitiba, que a levam detida sob a acusação de ser colaboradora de estudantes subversivos presos. Entre eles, sua irmã Elisabeth. Depois de torturada, sem que os militares comprovem o envolvimento com as acusações, Beatriz é entregue aos pais por um oficial do Exército que apenas admite o engano. 

A produção do filme levará a assinatura de Andréia Kaláboa, que já produziu os longas “Sociedade”, “Made in Ucrânia – Os Ucranianos no Paraná”, “Iván – De Volta Para o Passado” e “Sim, Também Somos Ucranianos”, todos com direção de Guto Pasko. Kaláboa também é codiretora do filme “Sim, Também Somos Ucranianos”

O roteiro escrito por Rafael Monteiro e Tiago Lipka, com colaboração de Guto Pasko, foi livremente inspirado em fatos reais ocorridos com a então estudante colegial curitibana Ana Beatriz.

Segundo pesquisa realizada recentemente, Curitiba é hoje a cidade com maior índice de jovens que desejam a volta da ditadura, o que estarrece qualquer indivíduo que defenda a liberdade e o estado democrático de direito.

A ditadura militar no Brasil é uma história ainda muito recente e a repressão passou pelo Paraná tanto em termos de resistência como em termos de ação do Estado, sendo o nosso estado um dos cernes da ditadura, mas parece que o assunto é totalmente desconhecido ou ignorado por aqui.

No dia 31 de março de 1964, Curitiba tinha pouco mais de 400 mil moradores. Só no dia do golpe, mais de 300 prisões foram feitas no Paraná. Daquele dia em diante, foram 21 anos de repressão militar.

Desde que foi instituída a “Comissão da Verdade”, criada para apurar violações aos direitos humanos entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar (1964-1988), o assunto está na pauta nacional novamente. E o tema da ditadura no Paraná não pode continuar esquecido.

A resistência em Curitiba tinha focos de atuação no movimento estudantil, no sindicato dos bancários e no sindicato dos jornalistas. Se hoje vivemos num país democrático e livre, isso se deve em grande parte ao período de lutas e resistência destes militantes de esquerda, que precisam ser rememorados.

Quase inexistem registros sobre a ditadura no Estado do Paraná, nem mesmo no mundo acadêmico se produzem pesquisas, o que é no mínimo curioso, uma vez que em 1968 na UFPR – Universidade Federal do Paraná nasceu um dos importantes movimentos de resistência estudantil do País.

Uma das raras publicações existentes é o livro Memórias Torturadas e Alegres de um Preso Político, de Ildeu Manso Vieira, que deu origem a uma peça teatral encenada na edição de 2012 do Festival de Teatro de Curitiba, baseada em relatos pessoais de Ildeu colhidos do livro. Sobre o tema da ditadura no Paraná, o diretor do espetáculo Gehad Hajar, disse: “A sensação é que o nosso estado sofre de amnésia histórica”.

O Paraná foi sede de grandes movimentos de resistência na época da ditadura. O MR8, por exemplo, teve um braço forte no oeste do Estado, tendo sido um dos pilares da contra-revolta no país enquanto não foi desmantelado e a guerrilha Var Palmares, teve uma célula que se armava no Parque Nacional do Iguaçu, da qual a personagem central do filme foi acusada de supostamente pertencer. Esse tema será abordado no filme também, uma vez que depois de três dias de torturas em Curitiba, após aparecerem indícios de que Beatriz teria conexões com esta guerrilha armada,  transferiram ela para Foz do Iguaçu, onde continuou a ser torturada para que confessasse a sua participação e delatasse os demais colegas supostamente envolvidos.

Existe um outro fato curioso e desconhecido na história paranaense na ditadura que foi a passagem de Ernesto Che Guevara por Curitiba. Ele teria vindo pra cá de ônibus de São Paulo para trazer informações sobre o movimento revolucionário que liderava na América Latina e também queria colher aqui informações das ações de resistência de esquerda, principalmente as da região oeste e da tríplice fronteira.

Depois de se encontrar com os companheiros de esquerda em Curitiba, rumou para o oeste do Paraná, e segundo o que consta nos documentos do governo do Estado da época, eles sabiam da sua presença, porém não o prenderam porque queriam investigar as conexões dele com os movimentos armados do Estado, principalmente com os da tríplice fronteira. Dali Che Guevara seguiu para a Bolívia onde encontrou a morte.

Existe uma especulação de que informações que teriam saído da passagem dele por Curitiba, levaram ele a morte.

Para Pasko, a ditadura no Paraná é um recorte da história do Brasil que precisa ser contada.

“Entender o processo de democratização vai além de questões partidárias, ideológicas ou regionalistas. É saber sobre nossa própria identidade, não apenas paranaense, mas brasileira”, diz ele.

Para mais informações, acesse o site do Programa Petrobrás Cultural:
http://ppc.petrobras.com.br/resultados/