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A série documental “Um lugar para chamar de CEU” será produzida pela GP7 Cinema, com produção executiva de Andréia Kaláboa e direção de Guto Pasko e Amarildo Martins.

O Programa Brasil de Todas as Telas lançou uma Linha de Produção de Conteúdos destinados às TVs Públicas com investimento de R$ 60 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA, que resultará em 250 horas de programação inédita para quase 200 canais dos segmentos comunitário, universitário e educativo e cultural do Campo Público de Televisão, com o objetivo de regionalizar a produção de conteúdos audiovisuais independentes.

Foram abertos cinco editais em todo o Brasil, o que resultou na participação de 26 unidades federativas e 768 propostas inscritas – maior número já alcançado por uma linha do  FSA. Na Região Sul foram selecionadas 18 propostas, sendo 06 do Rio Grande do Sul, 09 do Paraná e 03 de Santa Catarina. 

Sobre o projeto “Um lugar para chamar de CEU”.

Todos os anos centenas de jovens da periferia de várias partes do Brasil chegam à Curitiba para iniciar o Ensino Superior. Muitos deles, de família humildes, vão morar na C.E.U. – Casa do Estudante Universitário do Paraná, que é considerada a maior casa de estudantes autônoma da América Latina. Fundada em 1948, a fundação é mantida e administrada pelos próprios moradores, todos estudantes  e oriundos de outras cidades.

A série documentário “Um Lugar Para Chamar de CEU” irá contar a história e as experiências de 5 destes jovens que vivem na C.E.U, cada um em um estágio diferente na universidade e na vida, todos de lugares diferentes do Brasil, mas com o mesmo objetivo: fazer uma faculdade e mudar suas histórias pessoais e familiares.

O idealizador deste projeto e personagem central da série é Amarildo Martins, que residiu na CEU até 2014.

Amarildo é originário de Foz do Iguaçu, na fronteira com o Paraguai. É um dos 4 filhos de Santo Algeni Martins, cobrador de ônibus. A mãe de Amarildo faleceu quando ele tinha 3 anos. Seu Santo, tendo que trabalhar muito para sustentar as crianças sozinho, desde cedo sempre foi muito preocupado em mantê-los ocupados, longe da marginalidade que cercava o bairro periférico em que viviam em Foz do Iguaçu. Como alternativa, desde cedo ocupou os filhos com diversos cursos. Aos 7 anos de idade Amarildo já participava de um coral na escola municipal em que estudava. Nesta mesma escola teve os primeiros contatos com a música: violão e bateria. Depois com as artes plásticas. Aos 12 anos, quando já estava na 6a. Série, Amarildo teve o primeiro contato com o teatro, através de um projeto social da prefeitura e se manteve no grupo até sair da cidade no final de 2009, justamente para tentar uma vaga no Ensino Superior Público em Curitiba.

Na capital paranaense, foi morar na CEU e começou seus estudos na UFPR (Universidade Federal do Paraná) no curso de Tecnologia em Produção Cênica. Conheceu alguns estudantes do curso de cinema na FAP (Faculdade de Artes do Paraná) e passou a produzir curtas juntos, em parceria.

Em 2011, na UFPR, Amarildo teve contato  com o cineasta Guto Pasko e foi convidado para ser assistente de produção na minissérie de ficção de época “Colônia Cecília – Uma História de Amor e Utopia”, produzida pela GP7 Cinema para a RPCTV (Globo/PR) e com direção de Guto Pasko. Começava ali a trajetória profissional no audiovisual. Logo após a minissérie, no inicio de 2012, Amarildo começou a trabalhar de forma efetiva na produtora de cinema. Desde então participou da produção de várias obras audiovisuais profissionais de longa metragens e episódios de TV, desempenhando as funções de assistente de produção, diretor de produção, assistente de produção executiva e assistente de direção.

Em 2013, Amarildo teve o seu primeiro projeto de curta-metragem aprovado na Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba, no qual foi diretor, roteirista e produtor. Trata-se do curta de ficção “Quarto 411”que retrata o universo de um jovem estudante morador da CEU. O filme foi selecionado para diversos festivais nacionais e internacionais.

Atualmente Amarildo está concluindo a pós-graduação em Cinema na Faculdade de Artes do Paraná e finalizando o média-metragem “3 por 1″, filme de conclusão de curso, que ele dirigiu junto com o também estudante Marcos de Bona.

“Um lugar para chamar de CEU” apresentará, em 5 episódios de 26 minutos, a trajetória de vida de Amarildo e mais 4 ceuenses, que através da educação buscam o seu lugar no mundo, um lugar para chamar de seu.

Personagens da Série

AMARILDO JOSÉ MARTINS – Graduado em Produção Cênica e Pós-Graduando em Cinema, ex-morador da CEU, proponente,  codiretor e personagem condutor deste projeto. Natural de Foz do Iguaçu/PR.

ANA PAULA CECERE SANTANA – Caloura de Enfermagem na Universidade Federal do Paraná. Foi admitida na última banca de seleção da CEU. Natural de Borrazópolis/PR.

WELLINGTON CASSIANO – Estudante Bolsista do PROUNI em Engenharia Mecânica na PUC/PR. Reside na CEU há 2 anos. Natural de Volta Redonda/RJ.

PATRÍCIA DE LIMA WALTRICK – Estudante Bolsita do PROUNI em Teatro na PUC/PR. Passou na primeira banca feminina da CEU em 2014. Natural de Rio Negrinho/SC.

LUIS LEMOS – Estudante Bolsista do PROUNI em Psicologia na Universidade Tuiuti do Paraná. Reside na CEU há 5 anos e é o atual presidente da instituição. Natural de Sorocaba/SP.

CEU – Casa do Estudante Universitário do Paraná. Instituição que abriga cerca de 300 estudantes carentes em Curitiba. É o ponto unificador entre todos os personagens. Fundada em 1948 é administrada e mantida pelos próprios moradores.

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Indústria audiovisual curitibana mobiliza as forças da cidade.

Sete organizações participantes do Grupo Estratégico do Mercado Audiovisual de Curitiba assinam termo destinado a execução de um Plano Mobilizador para a área.

Nesta segunda-feira (dia 10), as nove organizações participantes do GEMAC (Grupo Estratégico do Mercado Audiovisual de Curitiba) vão assinar um termo de cooperação técnica para a execução de um Plano Mobilizador, com o objetivo de alavancar o crescimento da indústria audiovisual curitibana.

O GEMAC – formado pelo SEBRAE/PR, FIEP, SESI, FECOMÉRCIO, SESC, Fundação Cultural de Curitiba, Agência Curitiba de Desenvolvimento, SIAPAR – Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado do Paraná e AVEC – Associação de Cinema e Vídeo do Paraná – tem como visão transformar Curitiba em um polo de excelência da indústria criativa do audiovisual alinhada à necessidade do mercado global.

O grupo surgiu após o SEBRAE promover um diagnóstico do mercado dentro do seu projeto Economia Criativa do Audiovisual e assim fazer o convite para instituições representativas que pudessem elaborar um plano para fortificar o setor.

Com a assinatura do termo de cooperação, cada instituição do GEMAC desenvolverá as ações do Planejamento Estratégico proposto, que envolve: capacitação dos profissionais, empresários e lideranças do setor; ampliações mercadológicas; fomento de recursos; além de ações ligadas ao protagonismo político.

O evento acontece no Auditório do SEBRAE/PR, às 19h.

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Em assembléia realizada nos dias 21 e 22 de setembro, durante o 10º Festival de Cinema de Maringá, no Paraná, a Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas – ABD Nacional – celebrou seus 40 anos reunindo ex-presidentes e representantes das ABDs de todo país e realizando a eleição e a posse da nova diretoria da entidade, a chapa “ABD 40 Graus“ para o biênio 2013/2015.

No encontro, foi redigida ainda pelas ABDs estaduais, a “Carta de Maringá”.

Na homenagem esteve presente um dos fundadores e ex-presidente da entidade, Sergio Santeiro, e os ex-presidentes, Marcelo Laffitte e Guigo Pádua, que fizeram um emocionante apanhado histórico de como a ABD Nacional se transformou nessa importante entidade política presente em todas as regiões do Brasil.

Condizendo com a postura essencial de descrentralização da entidade, esta promoveu mais uma vez a alternância regional em sua direção, visto que o primeiro presidente da região Sul, Jaime Lerner, empossou nesta ocasião, o primeiro presidente eleito pela região Centro-Oeste, André Leão (DF).

As comemorações dos 40 anos da ABD Nacional continuarão até agosto de 2014 por todas as regiões do Brasil.

A chapa “ABD 40 Graus”, já tomou posse e tem a seguinte formação: Presidente: André Leão – DF (Integração Nacional), Vice-Presidente: Marco Aurélio – MG, Secretário-Geral: Bruno Carvalho Cardoso – RS (Reforma estatutária e Regimento Interno), Diretor Administrativo-Financeiro:

Leandro Cunha – GO (Tesouraria), Diretora de Comunicação: Caroline Marins – SC, Diretora de Integração Regional do Norte: Ana Vidigal – AP, Diretor de Integração Regional do Nordeste: Duarte Dias – CE, Diretor de Integração Regional do Centro-Oeste: Erasmo Alcântara – GO, Diretor de Integração Regional do Sul: Antonio Martendal – PR, Diretor de Integração Regional do Sudeste: Frederico Cardoso – RJ, Suplente 1: Rafaella Fantauzzi – MG (Coordenadora de Projetos), Suplente 2: Cristiana Nogueira – AP (Coordenadora de Comunicação), Suplente 3: Francis Vale – CE (Coordenador de Acervo e Memória). Conselheiros Fiscais: Bruno Luiz Moura – RN, Guto Pasko – PR e Jaime Lerner – RS. Suplente de Conselheira Fiscal: Licia Brancher – SC

CARTA DE MARINGÁ

Reunidas na comemoração dos 40 anos de fundação da Associação Brasileira de Documentaristas, as ABDs de todo o país e a ABD-Nacional vêm a público agradecer a generosa acolhida pelo Festival de Cinema de Maringá. Em sua 10a edição, o evento promoveu a exibição de filmes em 21 pontos da cidade e região, bem como palestras, debates e distribuição de prêmios.

Agradecemos a presença dos ex-presidentes da entidade que compareceram ao encontro. Lamentamos a ausência dos antigos companheiros de ABD, que hoje ocupam a direção de organismos estatais, como a Secretaria do Audiovisual – SAv e a Agência Nacional do Cinema – Ancine, que não estiveram presentes nesta celebração, bem como não enviaram nenhum representante de seus organismos para contribuir com nosso debate. É um privilégio poder reunir tantas visões políticas e artísticas e promover a troca de experiências entre os diversos estados brasileiros aqui representados. Privilégio que não pôde ser compartilhado por companheiros que militaram na ABD em gestões passadas.

É com preocupação que também relatamos o desinteresse perante a Jornada de Cinema da Bahia, espaço onde foi fundada a ABD e que comemoraria 40 anos em 2013 caso os órgãos estatais tratassem com cuidado esta importante página na memória do cinema brasileiro. A ABD Nacional reconhece a importância da Jornada, como um foco de luta e resistência, tendo a frente o cineasta Guido Araújo que aqui recebe a nossa mais afetiva homenagem. Esperamos mais uma vez que não se ausente o Estado na responsabilidade de manter viva a chama da Jornada, que é também a nossa chama, que nos viu nascer e anima o nosso estado de espírito.

Mesmo com a Jornada não podendo receber nossa comemoração, mantemos nosso compromisso com a descentralização e a valorização da diversidade do audiovisual realizando o encontro em Maringá, no interior do Paraná, estado com crescente e rica produção cinematográfica. Por uma feliz coincidência, o Festival é dirigido por Pery de Canti, filho de um dos fundadores da ABD, Iberê Cavalcanti, que aqui nos fez uma excelente acolhida possibilitando um reflorescimento do espírito abedista.

Diante do exposto, nestes 40 anos de ABD, reafirmamos nosso compromisso com a luta por um audiovisual livre, independente e plural. Desejamos que todo investimento destinado à produção chegue nas telas do interior do país e nas periferias. Que a televisão reflita o espírito crítico, presente na história de nossa produção cinematográfica. E que cada vez mais realizadores independentes sejam incluídos neste momento do audiovisual brasileiro.

Atenciosamente,

ABDs de todo o país presentes em Maringá e ABD-Nacional.

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A Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas – ABD Nacional é uma associação de cineastas do Brasil, com ênfase no gênero documentário, mas também aberta a realizadores de filmes de curta metragem de ficção, de animação e experimentais, que buscam inovar não apenas na maneira de fazer filmes, mas também, na forma de se fazer política cultural no país.

É a única entidade associativa do cinema brasileiro presente em todas as 27 capitais das Unidades Federativas do Brasil e também em algumas cidades do interior. Foi fundada dia 11 de setembro de 1973, durante a segunda Jornada de Cinema da Bahia, em Salvador.

Histórico

Inicialmente era uma entidade de cineastas que dividia a sede entre Rio e SP e que posteriormente provocou o surgimento de ABDs em vários estados do Brasil. Em 1993, no festival de Curtas de São Paulo, o Conselho da ABD torna a ABD Nacional uma entidade federativa composta por ABDs dos diversos estados e regiões.

Nestes quarenta anos a entidade lutou pela implementação de políticas públicas, reflexão e qualificação do cinema brasileiro, representando realizadores de documentários, curtas de ficção, animação, longas de baixo orçamento, o universo dos realizadores abrigados nas ABDs que hoje se encontram nas 27 unidades federativas.

No Paraná o braço da entidade é Associação de Vídeo e Cinema do Paraná – AVEC / (ABD/PR). Atualmente a AVEC é presidida pela cineasta Salete Sirino e Guto Pasko é o vice-presidente.

Objetivos

A ABD-Nacional tem como objetivos defender, promover e difundir a obra audiovisual brasileira; promover o aperfeiçoamento de seus associados, através de intercâmbios, cursos, debates, mostras e festivais de cinema; promover campanhas visando o desenvolvimento de projetos culturais relevantes para os realizadores de obras audiovisuais; representar e defender os interesses das Entidades Afiliadas e de seus associados junto a órgãos públicos e privados afetos à atividade audiovisual; entre outros.

Comemorações

De setembro de 2013 aagosto de 2014 várias atividades de homenagens estão sendo prestados à ABD. E a comemoração oficial do aniversário se dará em 21 de setembro de 2013, dentro da 10ª. Edição do Festival de Cinema de Maringá, promovido pelo produtor cultural e cineasta Pery de Canti.

Nesta ocasião também acontecerá a Assembléia de eleição da nova diretoria. Assim, na cerimônia de celebração, o atual presidente, o cineasta gaúcho Jaime Lerner, irá “passar o bastão” para o próximo presidente.

Atual Diretoria

A atual diretoria da ABD nacional, eleita em março de 2012 em Salvador, tem a seguinte composição: Jaime Lerner (RS), presidente; Clementino Jr (RJ), vice-presidente; Juliane Almeida (TO) secretária; Kleyton Marinho (PI) e Sérgio Uchoa (AM), tesoureiros; Guto Pasko (PR), diretor de articulação e integração; Caroline Araújo (MT), diretora de comunicação e novas mídias; Marco Aurélio Ribeiro (MG), diretor de mercado e negócios;André Leão (DF), diretor de pesquisa e projetos.

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O cineasta paranaense Guto Pasko irá ministrar uma palestra no 10º. Festival de Cinema de Maringá nesta sexta-feira, 20, sobre Fundo Setorial do Audiovisual, um fundo destinado ao desenvolvimento articulado de toda a cadeia produtiva da atividade audiovisual no Brasil.

O FSA é um marco na política pública de fomento à indústria cinematográfica e audiovisual no país, ao inovar quanto às formas de estímulo estatal e à abrangência de sua atuação. Isto porque o FSA contempla atividades associadas aos diversos segmentos da cadeia produtiva do setor – produção, distribuição/comercialização, exibição, e infra-estrutura de serviços – mediante a utilização de diferentes instrumentos financeiros, tais como investimentos, financiamentos, operações de apoio e de equalização de encargos financeiros.

Entre seus principais objetivos destacam-se o incremento da cooperação entre os diversos agentes econômicos, a ampliação e diversificação da infra-estrutura de serviços e de salas de exibição, o fortalecimento da pesquisa e da inovação, o crescimento sustentado da participação de mercado do conteúdo nacional, e o desenvolvimento de novos meios de difusão da produção audiovisual brasileira.

As ações do FSA estão voltadas para atuar em gargalos específicos, identificados com base em diagnósticos, pesquisas e estudos técnicos. Para tal, as linhas de atuação do FSA são definidas tendo como premissas fundamentais os resultados esperados, a perspectiva da sustentação das ações e de seus resultados no longo prazo, a garantia do comprometimento dos beneficiários com os resultados estabelecidos, bem como a avaliação periódica dos resultados alcançados.

Palestra – Cinema e FSA.

Data: dia 20/09/13

Horário: 13h30 às 17h30

Local: UEM – Universidade Estadual de Maringá

Bloco H-35 – Auditório do CCH 

O novo longa-metragem documentário de Guto Pasko, “A Guerra de Toyo” também integra a grade de programação do festival.

Detalhes sobre a produção no link abaixo:

http://gp7cinema.com/noticias/a-guerra-de-toyo-selecionado-no-festival-de-cinema-de-maringa/

ABD Nacional comemora 40 anos no Festival de Cinema de Maringá.

http://gp7cinema.com/noticias/abd-nacional-comemora-seus-40-anos-no-festival-de-cinema-de-maringa/

Guto Pasko é Diretor de Cinema e TV – Roteirista – Ator.

Dirigiu e roteirizou os longas metragens “A Gerra de Toyo”, “Sim – Também Somos Ucranianos”, “Iván – De Volta para o Passado” e “Made in Ucrânia – Os Ucranianos no Paraná”. Estreou na direção com o longa-metragem independente de ficção “Sociedade” em 2004.

Diretor da minissérie “Colônia Cecília – Uma História de Amor e Utopia” e de vários episódios de TV para o quadro Casos e Causos da RPCTV (Globo/PR).

Foi presidente da AVEC - Associação de Vídeo e Cinema do Paraná (ABD/PR), Membro do Conselho Municipal da Cultura de Curitiba e Conselheiro de Audiovisual da Lei Municipal de Incentivo à Cultura na Fundação Cultural de Curitiba.

Atualmente é Diretor de Articulação Política e Integração da ABD Nacional - Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas e Vice-Presidente da AVEC – Associação de Vídeo e Cinema do Paraná (ABD/PR).

Formação em Produção Cênica com ênfase em Formação do Ator pela UFPR – Universidade Federal do Paraná.

É também Preparador de Atores para Cinema, Televisão e Comerciais.

Mais informações sobre as palestras acessar o link abaixo:

http://www.festcinemaringa.com.br/palestras.html

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O Governo de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura, anunciou hoje (24/09) os vencedores do Edital Catarinense de Cinema – edição 2012. Foram distribuídos R$ 3 milhões aos vencedores. O prêmio principal  R$ 1,1 milhão foi para o longa-metragem Xucro – Oração do Amor Selvagem, de Faganello Comunicações Ltda ME. O valor desta edição do Edital é de R$ 3 milhões, que representa um aumento de 52% em relação ao anterior, que foi de R$ 1,9 milhão. “O objetivo deste edital é levar toda esta produção cinematográfica feita por catarinenses para todas as regiões do Estado”, disse, satisfeito, o presidente da FCC Joceli de Souza.

O Edital contemplou quatro categorias: longa-metragem, curta-metragem, vídeo e pesquisa e desenvolvimento de projeto de longa-metragem.

A premiação foi criada com a intenção de estimular a produção audiovisual no Estado, mover o mercado e gerar empregos. Diversas produções percorrem Santa Catarina com esse estímulo, que agrega fotografia, música, teatro e arte em um único produto.

O cineasta paranaense Guto Pasko integrou o corpo de jurados responsável pela análise de todos os projetos inscritos e seleção dos premiados.

BREVE CURRÍCULO DOS JURADOS

GUTO PASKO (PR) Diretor de Cinema e TV, roteirista e produtor.

Dirigiu e roteirizou os longas metragens “Iván – De Volta para o Passado” e “Made in Ucrânia – Os Ucranianos no Paraná”. Diretor da minissérie “Colônia Cecília – Uma História de Amor e Utopia” e de vários episódios de TV para o quadro Casos e Causos da RPCTV (Globo/PR). Foi presidente da AVEC – Associação de Vídeo e Cinema do Paraná, Membro do Conselho Municipal da Cultura de Curitiba e Conselheiro de Audiovisual na Lei Municipal de Incentivo à Cultura junto a Fundação Cultural de Curitiba. Atualmente é Diretor de Articulação Política e Integração da ABD Nacional – Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas e Vice-Presidente da AVEC – Associação de Vídeo e Cinema do Paraná. Formação em Produção Cênica pela UFPR – Universidade Federal do Paraná.

GISELE HILTL (RS) é jornalista e profissional de comunicação social formada pela PUCRGS. Produtora de cinema do sul do Brasil. Através da Producers-NGM, desde os anos 80 vem realizando produções nacionais e internacionais em co-produção, principalmente com os diretores Fábio Barreto – O Quatrilho e Jacobina – e, Sérgio Silva – ANAHY de las misiones, Noite de São João e Quase um TANGO

LUIZ CARLOS LACERDA (RJ) é diretor, produtor e roteirista. Foi assistente de direção de Ruy Santos (Onde a terra começa, 1965); Nelson Pereira dos Santos (El Justiceiro,1966;  Fome de amor, 1967; Azyllo muito louco, 1969; Como era gostoso o meu francês, 1970; Quem é Beta? , 1972 e O amuleto de Ogum, 1973) ; Roberto Pires (A máscara da traição, 1969) ; Jurandyr Noronha (Panorama do Cinema brasileiro, 1968; Carmem Santos, 1969; Adhemar Gonzaga, 1970 ;70 anos de Brasil, 1970) . Dirigiu mais de 40 filmes.

CLEMENTINO JR. (RJ) é produtor, roteirista, professor de cinema e editor. Vice-presidente da Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas – ABD Nacional. Ex-Presidente da Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas do Rio de Janeiro – ABDeC-RJ (2010-2011).

GERALDO VELOSO (MG) é cineasta (produtor, diretor, roteirista, montador/editor). Dirigiu os longas-metragens Perdidos e Malditos, Homo Sapiens e O Circo das Qualidades Humanas e vários curtas. Atualmente, é o Coordenador Geral do projeto Consórcio Mineiro de Audiovisual que programa a produção de vários filmes de curta e longa metragem, com a presença de participantes das oficinas de formação profissional aplicadas em Belo Horizonte e outras cidades de Minas Gerais.

Conheça os vencedores

Pesquisa e desenvolvimento de projeto cinematográfico de longa-metragem:

Selecionados:

1º – O último sopro de Patápio - Maurício de Lima Oliveira

2º -  Guatá -  Valdemir Klamt

3º – O Casamento de Clarice e Bataille - Julia Ancona Amaral

4º – Cine Bravos – Malcon Jean Bauer

5º – As Mãos – Maria Augusta Nunes

6º – O Menino Gurilo – Fábio Porto

Suplentes:

7º – Horizonte Perdido – José Antônio Valentini

Vídeo:

Selecionados:

1º – A Velha que Colecionava Xícaras – Daniela Cristina Geisler

2º – Colapso – Patríca Yannet Briggiler

3º – Nuvem – Vanessa Camassola Sandre

4º – O Sumiço da Coroa – Luiza da Luz Lins

5º – Dona Bilica em Caldos, Causos, Rendas e Pirão  - Wanderléia Will

6º – Firmino & Genoveva – Leandro Andrade da Silva

7º – O Rei do Banjo – Domingos Davi Longo

8º – Ao Pé do Rádio – o Rádio Teatro em Santa Catarina – Marcos Vinícius D´elboux

9º – A Dança no Limite – Arte e Vida de Anderson Gonçalves – Sandra Meyer Nunes

10º – Instantes de um lugar qualquer – Maria Alice Vilalba Nunes

11º – Cena 11 – Tempo e Movimento – Douglas Narcizo

12º – A Noite – Rodrigo Amboni

13º – A Pandorga e o Peixe – Ivan de Sá Pereira

14º – Cantos de Aço Farpado – Aventuras de Baleias e Homens na Costa Catarinense – Francisco José Pereira Filho

15º – De Mitos e Bichos – Cinthia Creatini da Rocha

16º – Laços – Karine Joulie Martins

17º – Música de Meninos e Outras Histórias – Vanessa Lehmkhul Pedro

18º – O Sequestro de Malick – Fábio Porto

Suplentes:

19º – Brecha no Tempo - Cláudia Cárdenas Pires Ferreira

20º – Brancura – Geovana Aparecida Zimmermann

21º – A Carona – Christiano de Almeida Scheiner

22º – Luiz Roberto  nas 4 Estações – Lícia Brancher

Curta Metragem:

Selecionados:

01º – Talvez Neve na Serra – Ricardo Weschenfelder

02º – O Último Dente – Willian Martins

03º – Tai …Ó – Uma Aventura na Lagoa – Maurício Venturi

04º – Terra Cabloca – Ralf Cabral Tambke

05º – O Anjo da História – Rafael Favareho Schichting

Suplentes:

06º – O Tempo que Leva – Mariana Medeiros Cardoso Coelho

07º – Correr prá Quê? – Vanusa Angelita Ferlin

08º – Pecado Abaixo – Luiz Augusto Couto de Lima

09º – Véspera – Marco Aurélio Stroisch

10º – O Amor que não é Fino – Alessandro Danielli

Longa Metragem:

Selecionado:

01º – Xucro – Oração do Amor Selvagem – Faganello Comunicações Ltda Me.

Suplente:

02º- Lua em Sagitário – Realizart Produção Audiovisual Ltda (Plural Filme Sul)

http://www.fcc.sc.gov.br/?mod=pagina&id=13868