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Os últimos três episódios da primeira temporada entraram nesta semana em finalização e até o final de junho os 13 episódios estarão concluídos e a estréia em rede nacional nas emissoras públicas do país via TV Brasil deve acontecer ainda no segundo semestre de 2018.

A série de TV ficção “Contracapa” mostra os bastidores da construção da notícia, sob a ótica do jornalismo investigativo. Ambientada em grande parte na Redação do jornal fictício Gazeta Brasileira, sediado em Curitiba (PR), a série acompanha o dia a dia de jornalistas que se veem envolvidos na produção de grandes reportagens investigativas, ao mesmo tempo em que precisam lidar com seus dilemas pessoais e um mercado em crise – tanto financeira quanto de credibilidade.

Pelos corredores e mesas da Gazeta Brasileira, acompanhamos repórteres, editores e fotógrafos que precisam lidar diariamente com impasses éticos e obstáculos práticos, como a falta de recursos e uma equipe cada vez mais enxuta. Na linha de frente estão a repórter Andressa, o editor Rui, a editora-chefe Carla e o jornalista investigativo veterano Inácio, figuras que mantém uma relação conturbada entre si e que precisam constantemente passar por cima de questões pessoais para o bem do jornal.

Ao longo dos treze episódios da primeira temporada da série, o espectador se vê envolvido em uma autêntica atmosfera de thriller, com mistérios a serem desvendados, reviravoltas e personagens em constante risco – tudo isso, ancorado na realidade e em uma análise minuciosa da situação atual da profissão. Isso porque, ao contrário de outros jornalistas ficcionais do cinema e da televisão, os repórteres e editores da série Contracapa não são heróis acima de qualquer suspeita; eles são, antes de tudo, seres humanos, suscetíveis a erros, batalhas de ego, conflitos pessoais e, muitas vezes, a um estado de desencanto com o próprio jornalismo.

Além de apresentar as agruras e desafios da profissão, a série Contracapa tem como um de seus pilares narrativos discutir as relações de poder entre imprensa, poder público e setor privado. Não à toa, a investigação jornalística principal mostrada em cada temporada da série sempre envolve denúncias de crimes cometidos por autoridades políticas, seja no Legislativo, Executivo ou esfera Municipal. Com isso, a série se aproxima de questões hoje em pauta na sociedade brasileira, como as relações promíscuas entre governos e empresas e a crise de reputação que atinge parte do Congresso e do Planalto.

A criação é de Rafael Waltrick e a Direção Geral e Produção são Guto Pasko e Andréia Kaláboa. O argentino Franco Verdoia assina a codireção com Pasko.

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Neste domingo, 20, o cineasta deu inicio as filmagens do seu novo documentário na Colônia de Queimadas, no município de Prundentópolis/PR, localidade onde ele nasceu.

“Aldeia Natal” será um filme de longa-metragem sobre a história pessoal e familiar do roteirista e diretor Guto Pasko, que propõe uma reflexão sobre as complexas relações familiares e humanas, que por vezes, podem se tornar cárceres humanos psicológicos.

O diretor retornará a sua “Aldeia Natal” após 30 anos de distanciamento, com o objetivo de tentar reconectar os seus laços familiares perdidos, numa busca de um autoconhecimento, buscando curar as feridas emocionais do passado, que foram perpetuadas de geração em geração dentro desta família de imigrantes ucranianos conservadores, objetivando, na medida do possível, uma transcendência pessoal.

“Aldeia Natal” será um filme pessoal e familiar. Guto Pasko, além de roteirista e diretor, é também personagem desse documentário e irá retornar à aldeia onde nasceu, uma colônia rural de imigrantes ucranianos, no município de Prudentópolis, situado no interior do Estado do Paraná, região Sul do Brasil, para tentar uma reconciliação familiar.

Narrado em primeira pessoa através da voz do próprio diretor, “Aldeia Natal” irá investigar a história e conflitos de sua família e tentar entender como a educação conservadora e rígida desta família, que manteve por um século essa cultura milenar da Ucrânia preservada nas matas do interior do Brasil, afetou cada um dos seus 10 irmãos e como os seus pais confrontam hoje em relação ao processo de aculturação dos seus filhos.

O diretor é o primogênito e em função de uma promessa religiosa, seus pais tentaram obrigá-lo a ser padre, pois ter um filho religioso seria uma questão de honra para a família cristã. Revoltado, o diretor saiu de casa brigado com a família aos 11 anos de idade e nunca mais voltou. Passou três décadas renegando a sua origem, mas agora ele está disposto a voltar com uma câmera de cinema na mão para uma tentativa de reaproximação.

Em uma investigação pessoal, etnográfica e cultural, “Aldeia Natal” pretende fazer uma reflexão sobre os nossos cárceres internos (psicológicos). As dificuldades que cada um possui em encarar os seus traumas pessoais. As dificuldades do entendimento dessas rupturas espaciais, emocionais e temporais, bem como as suas transformações diversas – psicológicas, físicas e biológicas – que serão reapresentadas e personificadas pela família do diretor.

O gênero será uma mescla dos modos de documentário participativo, poético e reflexivo, marcado pela participação do diretor como personagem também, mostrando os fatos em fragmentos, preferencialmente com as impressões individuais de cada integrante da família e de formas subjetivas.

Será um documentário de processo e a estimativa do cineasta é levar mais de um ano filmando, dado a complexidade do tema, tanto no Brasil quanto na Ucrânia.

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Pelo sexto ano consecutivo a produtora participa das rodadas de negócios com grandes players do mercado audiovisual internacional.

Neste ano a GP7 Cinema leva ao evento 04 novos projetos de séries de TV e 02 novos longas-metragens de ficção, além de conteúdos já finalizados para negociar licenciamentos em diferentes plataformas.

O Rio Content Market irá acontecer de 03 a 08 de abril na Cidade das Artes na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, dentro do Rio2C, o maior evento de criatividade e inovação da America Latina.

A GP7 Cinema estará representada pelos sócios-fundadores Guto Pasko e Andréia Kaláboa, além de Amarildo Martins, produtor executivo na produtora.

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Curitiba é uma metrópole que vive atualmente uma espécie de reformulação social, mantendo ainda em partes o seu ar de cidade provinciana e conservadora.

Nos últimos anos estão surgindo novos “Guetos Sociais” que vão se adaptando, como gays, lésbicas, manos do hip-hop, entre outros. Eram movimentos inimagináveis na cidade até então.

O grito de guerra dado por cerca de 150 jovens e adolescentes da periferia e adeptos do hip-hop – “Somos da Zona Sul e Oeste” – barrados na entrada de um Shopping Center que estava sendo inaugurado soou estranho no ouvido da população curitibana acostumada a dividir a cidade em bairros.

Ao que parece, a sociedade “curitibóca” terá de se acostumar a essa nova ordem, mas não sem conflitos.

O Telefilme é uma coprodução entre GP7 Cinema e Trópico Audiovisual, com direção de Guto Pasko e Diego Florentino.

Para abordar esse tema, o ponto de partida será esse episódio ocorrido ainda em 2008 e que chamou muita atenção da cidade. Duas faces de Curitiba que pouco convivem tiveram um encontro e nenhum dos dois lados ficou satisfeito com a experiência.

De um lado, os representantes dos “Guetos Tradicionais” da cidade. Eles ganham bem, usam roupas de grifes famosas, moram em condomínios fechados ou em boas casas e são adeptos do Shopping Center, uma mania curitibana.

Do outro lado, os representantes dos “Novos Guetos” da cidade. Eles usam roupas largas, moram longe, ganham pouco e se apresentam como moradores do Norte, Sul, Leste e Oeste, terminologia adotada para traduzir uma cidade que não se divide em bairros, mas em bolsões de pobreza.

Curitibano da gema é do bairro das Mercês, do Ahú, da Água Verde, do Batel, do Jardim Social. Mas eis que, de repente, quem estava por perto da muvuca se sentiu em São Paulo ou no Rio de Janeiro. Nessas megacidades, os pontos cardeais são uma espécie de resumo da ópera: traduzem as linhas de trens e ônibus, as áreas de tráfico, o valor do lote e se o morador é suburbano ou usa tailleur. Resta saber se a nossa capital se rendeu ou não a essa ordem.

A cantoria dos garotos dos “Guetos da Periferia” na entrada do shopping nos evidencia que existe uma cidade subterrânea, que se organiza à sua moda, tem seus líderes, movimentos culturais e – como se vê agora – gogó bom o bastante para fazer se ouvir.

É esta Curitiba subterrânea, em contraste e conflito com a Curitiba do cartão postal, que este documentário pretende desvendar e retratar. Sejam bem-vindos aos “Guetos CWB”.

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A equipe de roteiristas de “Caminho Sem Volta”, nova série de ficção da GP7 Cinema, entrou na Sala de Roteiros II da produtora para desenvolver o projeto completo, que terá 13 episódios de 52 minutos cada.

A série é uma criação de Tiago Lipka e Felipe Rocha e na equipe de desenvolvimento, além dos dois profissionais, também estão os roteiristas Rafael Waltrick e Ana Johann. Quem auxilia a sala, secretariando a equipe, é o roteirista Diego Gianni. O consultor externo do projeto é o roteirista Leandro Saraiva de São Paulo.

O diretor Guto Pasko e a produtora executiva Andréia Kaláboa supervisionam e colaboram no desenvolvimento dos aspectos inerentes a direção e produção da série, respectivamente.

“Caminho Sem Volta” é um drama adulto sobre crime e lealdade, onde a amizade de dois homens e uma mulher, que são melhores amigos desde a infância, é colocada em prova após a ascensão deles dentro do mundo do crime.

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O filme de Guto Pasko aborda o cotidiano do município paranaense de Prudentópolis e fecha a trilogia ucraniana do diretor, que conta ainda com os filmes “Made in Ucrânia” de 2006 e “Iván”,  lançado nos cinemas em 2015 e na TV paga brasileira em 2018 na emissora CINEBRASiLTV.

O longa-metragem documental “Entre Nós, O Estranho” foi selecionado no Edital de Licenciamento de filmes paranaenses promovido pela Secretaria de Cultura do Estado em 2017 com o objetivo de estimular a difusão do audiovisual paranaense na Rádio e TV Educativa do Paraná (RTVE) – TV É-Paraná, canal 9.

As obras selecionadas e licenciadas passaram a fazer parte do cadastro de obras audiovisuais da RTVE pelo período de dois anos e serão veiculadas dentro da grade de programação da emissora. A próxima exibição em rede estadual está prevista para o mês de abril de 2018.

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O ano de 2018 será de muito trabalho na produtora GP7 Cinema. Além finalização da série de ficção “Contracapa”, esse ano serão produzidos sete novos filmes, entre as obras,  01 curta-metragem documental, 01 curta-metragem ficção, 02 telefilmes documentais, 01 episódio piloto de série de televisão ficção, 01 longa-metragem documental e 01 longa-metragem ficção em regime de coprodução internacional com a Argentina.

As obras são:

- “Parabéns a você”: curta-metragem ficção com direção de Andréia Kaláboa;
- “Guetos CWB”: telefilme documental com direção de Diego Florentino e Guto Pasko;
- “Além-Fronteiras”: telefilme documental com direção de Guto Pasko;
- “Aldeia Natal”: longa-metragem documental com direção de Guto Pasko;
- “Traslasierra”: longa-metragem ficção com direção do argentino Franco Verdoia;
- “Vou tentar te contar como é lá em casa”: curta-metragem documental com direção de Amarildo Martins;

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Um Brasil diferente. Um Brasil estrangeiro. Um “Brazil Made in Paraná”.

Essa é a logline da série de TV documental de 07 episódios de 26 minutos, a qual acaba de ter o piloto produzido e finalizado.

A série é sobre a diversidade cultural e étnica do Paraná e cada episódio falará de uma comunidade de imigrantes específica, retratada a partir de uma região e/ou cidade do estado que abriga aquela etnia.

PILOTO

O episódio piloto retrata a comunidade árabe de Foz do Iguaçu.

A imigração árabe na região da Tríplice Fronteira, principalmente entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este, é representada a partir da vivência de personagens distintos, que evidenciam os seus traços identitários e culturais por meio das relações sociais, trabalho, ritos, festas e celebrações e dão sentido e coesão às tradições do grupo social.

Neste sentido, convergem a história e as novas leituras de mundo, como a representatividade das mulheres nos diferentes papéis sociais e a quebra de alguns estigmas sobre as muçulmanas, o jovem empreendedor libanês e ex-açougueiro, que coloca em prática as tradições de sua família em uma nova roupagem a  partir do contato com as redes sociais e o ex-marinheiro octogenário que circulou seis vezes o mundo todo e fixou os últimos anos de sua vida em Foz, onde encontra sentido na religião para nortear a sua experiente trajetória de vida. Temas que não costumam ser abordados, como a Achura, celebração xiita que faz parte do calendário islâmico, o abate Halal, que está relacionado aos preceitos islâmicos relacionados ao que é proibido e permitido, e a representação midiática sobre a cultura árabe, a geopolítica e os estereótipos sociais e culturais.

“Brazil Made in Paraná” é uma coprodução entre GP7 Cinema e Trópico Audiovisual com Direção Geral de Guto Pasko e Codireção de Diego Florentino.

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O longa-metragem ficção “Traslasierra”, de Franco Verdoia, uma coprodrução internacional da GP7 Cinema com a produtora argentina Contentto People, foi um dos projetos vencedores do edital de coprodução Brasil-Argentina 2017, promovido pela ANCINE e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) em parceria com o INCAA – Instituto Nacional de Cinema e Artes Audiovisuais, da Argentina.

O concurso binacional disponibiliza o equivalente a 1 milhão de dólares para a produção de quatro longas-metragens. A GP7 Cinema receberá 250 mil dólares de investimento do FSA/BRDE como coprodutora brasileira minoritária no longa-metragem argentino através da linha PRODECINE 07/2017.

“Traslasierra” conta a história de PABLO e o reencontro com um passado terrível. Pablo, sua esposa e filho estão hospedados no mesmo hotel onde ele acha que o homem que o abusava na infância também está hospedado. Este encontro casual, 30 anos depois, ocorre em um contexto estranho, no feriado de Páscoa, na província de Córdoba, Argentina, em uma atmosfera amigável e familiar em meio a belas paisagens, mas também selvagem.

Confrontado com a ironia do acaso, Pablo começa um retorno perturbador para sua infância, germinando para si uma possível justiça.

O roteiro de “Traslasierra” participou da 14ª edição do Curso de Desarrollo de Proyectos Cinematográficos Iberoamericanos da Fundação Carolina / Programa IBERMEDIA em Madrid/Espanha em 2016 e o roteiro do longa-metragem brasileiro “Sereis Uma Só Carne”, de Andréia Kaláboa em parceria com Tiago Lipka, também participou desta mesma edição do laboratório de desenvolvimento europeu, que contempla projetos de longas-metragens Ibero-Americanos. Ainda no Pitching dos projetos em Madrid a produtora GP7 Cinema iniciou as primeiras conversas com o diretor argentino para uma possível parceria de coprodução internacional, que agora se concretiza.

As filmagens do longa-metragem estão programadas para o mês de julho de 2018 na província de Córdoba, Argentina. A produção é assinada por Felicitas Raffo pela Contentto People e por Andréia Kaláboa e Guto Pasko pela GP7 Cinema.

Desde 2011, a ANCINE realiza anualmente editais de coprodução com a Argentina, em parceria com o INCAA. Entre os ganhadores de edições anteriores estão os filmes “El Ardor”, de Pablo Fendrik, que fez parte da programação oficial do Festival de Cannes 2014; “Mate-me por favor”, de Anita Rocha da Silveira, selecionado para o Festival de Veneza e premiado com o troféu Redentor de melhor direção de ficção no Festival do Rio em 2015; e “Zama”, de Lucrecia Martel, exibido na edição deste ano do Festival de Cinema de Veneza e representante argentino para os prêmios Oscar e Goya.

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Os primeiros quatro episódios da série de ficção “Contracapa” estão saindo das ilhas de edição nesta semana para o processo de finalização. Agora os episódios vão passar pelas etapas de edição de som, trilha sonora, tratamento de cor e acessibilidade. Ao todo são 13 episódios de 52 minutos cada.

As filmagens aconteceram nos meses de agosto, setembro, outubro e novembro de 2017 na cidade de Curitiba. Essa é a primeira grande série de ficção produzida no Paraná.

A estrutura narrativa da trama da série “Contracapa” tem como base o desenvolvimento de uma grande reportagem investigativa sobre um caso de armação e corrupção política, mostrando as etapas, desafios e impasses que geralmente cercam este tipo de matéria dentro de um grande jornal.

O gênero da série é o drama permeado em boas doses de suspense, pois estamos tratando de uma obra que apresenta um desenvolvimento de fatos e circunstâncias do cotidiano de um grande jornal impresso, a “Gazeta Brasileira”, compatíveis com os que acontecem (ou podem) numa redação e nos bastidores de uma grande investigação jornalística real, permeada por um conjunto de acontecimentos complicados, difíceis e tumultuosos.

Trata-se uma um Thriller de investigação, porém, ao invés de policiais, temos uma equipe de jornalistas em campo atrás dos fatos.

A série foi criada pelo jornalista e roteirista Rafael Waltrick com colaboração do roteirista e diretor Guto Pasko, que assina a direção geral de “Contracapa”. Andréia Kaláboa assina a produção e o argentino Franco Verdoia a codireção.

A produção foi financiada pelo PRODAV 12, linha do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) destinada a fomentar conteúdos para a grade de programação das TV´s Públicas. A estréia está prevista para o segundo semestre de 2018 na TV Brasil, que distribuirá o conteúdo para toda a rede pública de televisão. Seis meses após a estréia na TV aberta a série chegará na grade de programação da TV Paga também.